A Polícia Civil realizou na manhã de ontem, a Operação Cavalo de Troia, conforme publicado ontem no JORNAL DO VALE no link – http://jvonline.com.br/noticias/plantao-policial/1825-policia-desencadeia-operacao-cavalo-de-troia.html
De acordo com o delegado, Dr. Alécio Moreira, da Denarc, responsável pela operação, a investigação começou a cerca de 3 meses e culminou na prisão de quatorze pessoas, suspeitas de tráfico de drogas, associação para o tráfico, lavagem de capitais, porte ilegal de arma de fogo e organização criminosa. Segundo ele, a ação é um desdobramento da apreensão de 900 quilos de maconha realizada, ainda, no dia 10/04, também noticiado pela reportagem do JORNAL DO VALE –http://jvonline.com.br/noticias/plantao-policial/1601-homem-e-preso-com-900-kg-de-maconha.html
Na época, apenas uma pessoa foi presa por fazer a vigilância da droga.
“As investigações apontaram que os 900 quilos de maconha apreendidos pertenciam a Olcimar”, reforçou o delegado. Ainda, de acordo com ele, Olcimar, conhecido como “Gordinho da boate”, é suspeito de ser o principal mandante da quadrilha. A corporação acredita que ele comandava o tráfico de drogas de dentro da Penitenciária Odenir Guimarães (POG).
Entre as 14 pessoas presas estavam: Viviane Rodrigues da Silva, 31, Marlene Soares Eduardo, 58, Ocilene Soares Eduardo, 36, e Murilo Macena Lima, 20, parentes próximos de Olcimar. Segundo Moreira, uma revendedora de veículos, localizada no Jardim Presidente, Região Sudoeste de Goiânia, estava registrada no nome da esposa do bandido e era usada para lavagem de dinheiro. Ao cumprir os mandados de busca e apreensão, foram encontrados R$ 30 mil, 5 kg de maconha, 200 gramas de cocaína, 300 gramas de pasta-base, 5 porções de crack, duas armas de fogo, 60 munições de diversos calibres, 15 veículos, 2 balanças de precisão e 27 aparelhos celulares.
Histórico
Olcimar Soares Eduardo, ou “Gordinho da boate” cumpre pena na POG por homicídio. Ele foi preso pela ROTAM, no dia 07 de novembro de 2014, no Jardim Presidente, em Goiânia. O criminoso estava foragido desde 2009 e no momento da abordagem foi encontrada com ele uma pistola calibre 380.
Ele é acusado de ter participado da morte do estudante de Farmácia, Higor Bruno Borges Esteves, de 23 anos, na porta da boate Santa Fé, em 2009. O estudante foi atingido após ter sido cercado por quatro homens na porta da boate. Na ocasião, um amigo da vítima, Marcondes José da Silva, também, foi atingido de raspão no abdome, mas sobreviveu.





































