A promotora de Justiça Márcia Cristina Peres instaurou inquérito civil público para investigar supostas irregularidades no funcionamento do Serviço Móvel de Urgência (Samu), em Goianésia, tais como a falta de ambulância e demora no atendimento e possível elevação de gastos do município com a manutenção do sistema, bem como o uso de plantonistas bombeiros militares em regime de pagamento de horas extras.
Tendo como investigados o município de Goianésia e a Secretaria Municipal de Goianésia, a promotora vai checar as notícias de que o sistema conta com apenas um motorista para duas ambulâncias, uma viatura para duas equipes e que, em mais de 130 dias de trabalho, somente em 28 as duas viaturas funcionaram plenamente, entre outros problemas relatados pela população. Márcia Peres notificou algumas pessoas para esclarecimento dos fatos.














































