Baixos preços levam produtores a abandonarem lavouras de tomate

A produção de tomate na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul enfrenta um cenário desafiador devido à baixa remuneração pelo produto. Segundo o boletim conjuntural divulgado nesta quinta-feira (20), muitos produtores decidiram abandonar as lavouras ou optaram por não realizar o transplante das mudas, chegando a vender as plantas por valores inferiores ao custo de aquisição.
Atualmente, os cultivos plantados no início da safra estão na fase final do ciclo, enquanto as lavouras intermediárias seguem em plena colheita. Já os plantios tardios encontram-se em estágio de desenvolvimento vegetativo e frutificação.
Apesar de uma leve recuperação nos preços na última semana, as cotações ainda permanecem abaixo dos custos de produção. No CEASA Serra, o tomate do grupo longa vida registrou um preço médio de R$ 2,67/kg. No entanto, os produtores que comercializam para intermediários recebem valores entre R$ 1,40 e R$ 1,80/kg, dependendo do calibre do fruto, o que não cobre os custos da lavoura.
Tomate cereja mantém estabilidade
Na região de Lajeado, em Feliz, a safra de tomate cereja segue sem grandes problemas fitossanitários. Diferentemente do tomate tradicional, essa variedade mantém preços mais atrativos, oscilando entre R$ 6,00 e R$ 8,00/kg.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio


Agronegócio
Governo reduz a zero tarifas de importação para 11 alimentos essenciais
O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), aprovou, nesta quinta-feira (13/03), em reunião extraordinária, a redução a zero das tarifas de importação para 11 produtos alimentícios essenciais.
A iniciativa faz parte de um pacote de medidas anunciado em 6 de março no Palácio do Planalto pelo vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, em parceria com os ministérios da Fazenda, da Agricultura e Pecuária, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e a Casa Civil. A decisão contempla itens de alto potencial de importação, incluindo carnes, sardinha, café torrado e em grão, azeite de oliva, açúcar, óleo de palma, óleo de girassol, milho, massas e biscoitos.
A nova regulamentação entra em vigor nesta sexta-feira (14/03), com a publicação da resolução do Gecex prevista ainda para hoje.
Objetivo é ampliar oferta e mitigar alta dos preços
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou o governo a adotar medidas que aumentem a disponibilidade de alimentos no mercado e contenham a elevação de preços, mesmo diante de fatores climáticos e externos que pressionam a inflação. O objetivo central da decisão é proteger as famílias de baixa renda, que chegam a destinar até 40% de sua renda à alimentação.
Durante a reunião, presidida pelo secretário-executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa, o Gecex avaliou que a isenção tarifária poderá reduzir os custos de importação, aumentar a oferta de produtos essenciais da cesta básica e minimizar riscos de desabastecimento. Além disso, a medida visa contribuir para a meta de controle da inflação (IPCA) ao evitar a escalada de preços no varejo.
Impactos e benefícios da isenção tarifária
A flexibilização das tarifas de importação também busca amenizar possíveis desequilíbrios entre oferta e demanda causados por fatores climáticos, geopolíticos e variações cambiais. A medida proporciona maior previsibilidade ao mercado, fortalece o poder de compra da população e reforça a segurança alimentar, elemento essencial para a estabilidade social.
O governo ressalta que a redução tarifária, considerada emergencial e seletiva, será acompanhada de outras ações estruturantes para garantir a sustentabilidade da cadeia produtiva nacional.
Produtos beneficiados com tarifa zero
Os itens contemplados pela redução do Imposto de Importação são:
- Carnes desossadas de bovinos congeladas (NCM 0202.30.00) – de 10,8% para 0%
- Café torrado, não descafeinado (exceto cápsulas) (NCM 0901.21.00) – de 9% para 0%
- Café em grão, não torrado e não descafeinado (NCM 0901.11.10) – de 9% para 0%
- Milho em grão, exceto para semeadura (NCM 1005.90.10) – de 7,2% para 0%
- Massas alimentícias não cozidas, nem recheadas (NCM 1902.19.00) – de 14,4% para 0%
- Bolachas e biscoitos (NCM 1905.90.20) – de 16,2% para 0%
- Azeite de oliva extravirgem (NCM 1509.20.00) – de 9% para 0%
- Óleo de girassol bruto (NCM 1512.11.10) – de 9% para 0%
- Outros açúcares de cana (NCM 1701.14.00) – de 14,4% para 0%
Preparações e conservas de sardinha (NCM 1604.13.10) – de 32% para 0%, dentro de uma cota de 7,5 mil toneladas
Além da isenção para esses produtos, o Gecex também decidiu ampliar a cota de importação de óleo de palma (NCM 1511.90.00) de 60 mil para 150 mil toneladas pelo período de 12 meses, mantendo a alíquota zerada.
A medida representa um esforço do governo para equilibrar o mercado interno e garantir acesso a alimentos essenciais a preços mais acessíveis para a população brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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