Economia

Com 2.375 novas empresas, Goiás tem melhor mês em cinco anos

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O Estado de Goiás registrou o melhor mês de outubro dos últimos cinco anos no que se refere à abertura de empresas. Foram 2.375 novas empresas registradas e 2.094 no mesmo período do ano passado, segundo a Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg).

Ainda de acordo com Juceg, entre janeiro e outubro deste ano foram abertas 21.602 empresas em Goiás, quantidade superior aos 12 meses de 2016 (18.121), 2017 (20.072) e 2018 (20.570).

O governador Ronaldo Caiado (DEM) comemorou os números. “Com a pujança de Goiás e com a capacidade do Estado também em reagir a essas situações impostas pela pandemia, nós seremos um dos Estados que já deverá sinalizar, no final do ano, a capacidade de sair dessa crise. É isso que pretendemos”.

Avanço tecnológico e com processo 100% digital podem ter sido determinante no crescimento desses número, como explica o presidente da Juceg, Euclides Barbo. “Tanto que lideramos o ranking como a junta mais ágil em abertura de empresas do país. É surpreendente como o atual cenário fez com que mais pessoas buscassem em novos empreendimentos uma outra fonte de renda”.

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Para o secretário Adonídio Neto, da Secretaria de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), o bom resultado nas aberturas de empresa em Goiás dá-se devido à postura de Ronaldo Caiado em ajudá-las, em especial as micro e pequenas empresas. “As ações adotadas pelo governador Ronaldo Caiado apresentam resultados positivos. Nós vimos os números do Caged na semana passada que colocaram Goiás no terceiro lugar geral entre os Estados na geração de empregos entre janeiro e setembro. E, agora, as estatísticas da Juceg vêm corroborar o que temos falado sobre o Estado sair da crise provocada pela pandemia ainda este ano”, explica o secretário.

A Juceg também informou que Goiânia lidera a lista das cidades goianas com o maior número de empresas ativas, com 253.673, seguida por Aparecida de Goiânia (55.307), Anápolis (46.120), Rio Verde (24.431) e Valparaíso de Goiás (18.173). Alista continua com Luziânia (17.673), Águas Lindas de Goiás (14.847), Caldas Novas (14.790), Itumbiara (13.602), Catalão (13.354), Senador Canedo (12.715), Trindade (12.194), Jataí (12.159), Formosa (11.684), Planaltina de Goiás (9.418), Novo Gama (7.621), Mineiros (7.616), Cidade Ocidental (6.766), Goianésia (6.256) e Inhumas (6.236) fecham o seleto grupo de 20 municípios com mais empresas ativas no mês de outubro.

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Em Goiás, seis prefeitos têm R$ 25 milhões bloqueados por contratos ilegais

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O juiz de direito Pedro Guarda, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) bloqueou R$ 25 milhões dos prefeitos de seis cidades no Nordeste do Estado, por contratos ilegais. Os são prefeitos são das cidades de Alvorada do Norte, Iolanda Holiceni Moreira dos Santos; Buritinópolis, Ana Paula Soares Dourado; Simolândia, Ademar Antônio da Silva; Mambaí, Joaquim Barbosa Filho; Damianópolis, Gilmar José Ferreira e Sítio D’Abadia, Weber Reis Lacerda.

Além disso, eles tiveram os direitos políticos suspensos e estão impedidos de contratar com entes públicos, e tiveram a determinação para se afastarem dos respectivos cargos. As decisões repercutem operação de agosto, quando foram identificados pagamentos a pessoas contratadas de forma ilegal para prestação de serviços que exigem concurso público nesses municípios.

Na época foi deflagrada operação, que identificou mais de R$ 15 milhões em prejuízo aos cofres públicos. Conforme a investigação, centenas de contratos irregulares de servidores foram feitos por essas prefeituras nos últimos quatro anos. Eles eram escolhidos, segundo a apuração, diretamente pelos gestores, com o objetivo de beneficiar apoiadores políticos.

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Os bloqueios
O prefeito Gilmar José, de Damianópolis, de acordo com dados do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) contratou irregularmente pelo menos 372 pessoas de 2017, primeiro ano do mandato, até 2019. Os dados de 2020 ainda não estão disponíveis. Ele deve ressarcir aos cofres um total aproximado de R$ 1,3 milhão.

Em Simolândia, Ademar Antônio teria contratado 522 pessoas irregularmente de 2017 a 2020. Das contas dele foram bloqueados R$ 5,3 milhões. Já Weber Reis Lacerda, de Sítio D’Abadia, teria contratado 598 servidores. Com isso, o juiz determinou o bloqueio de R$ 5,1 milhões.

Joaquim Barbosa, de Mambaí, teve R$ 2,5 milhões bloqueados. A decisão não detalha quantos foram contratados sem concurso, só afirma que foram centenas e centenas. Já Iolanda Holiceni, de Alvorada do Norte, teria beneficiado 727 servidores de forma irregular. O juiz determinou bloqueio de R$ 4 milhões das contas dela.

Ana Paula Soares, de Buritinópolis, teria realizado na prefeitura contratos irregulares de 786 servidores. Das contas dela foram bloqueados R$ 5,6 milhões. Todos têm 15 dias para recorrer.

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A reportagem ainda tentou localizar os prefeitos e não obteve êxito até o momento. Aguarde mais informações.

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