Concurso vai premiar imagens do fundo do mar de Abrolhos

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Fotógrafos profissionais e amadores já podem se inscrever no Concurso Biomar de FotoSub-Edição Abrolhos, que este ano, devido à pandemia do novo coronavírus, será digital. Um dos mais tradicionais eventos de fotografia do Brasil vai selecionar as mais belas imagens do fundo do mar da região de Abrolhos, na Bahia. O concurso é realizado pelo Projeto Coral Vivo, no âmbito da Rede de Projetos de Biodiversidade Marinha (Biomar), e pela Associação Brasileira de Imagens Subaquáticas (Abisub).

As inscrições se estenderão até o dia 15 de março. As fotos devem, obrigatoriamente, retratar seres marinhos encontrados na região de Abrolhos, como organismos de ambientes coralíneos, recifes de coral e chapeirões, além de tartarugas-marinhas, meros e baleias-jubarte. O regulamento pode ser acessado no site da Abisub.

De acordo com os organizadores, as fotografias concorrentes têm de ser inéditas e não podem ter sido publicadas anteriormente, nem premiadas em outras competições. Fotógrafos das categorias DSLR/Mirrorless e Compacta devem enviar uma foto para cada categoria: grande angular, macro, peixe e rede Biomar. As imagens deverão ser enviadas pelo WeTransfer ou por outra ferramenta similar para [email protected]

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O julgamento ocorrerá entre os dias 15 e 30 de março. Nessa última data, será realizada uma live de premiação (transmissão pela internet ao vivo). Os primeiros colocados de cada categoria de fotógrafo serão contemplados com uma viagem de três dias ao arquipélago de Abrolhos, enquanto os cinco primeiros de cada categoria receberão troféus e Kit Biomar.

Na edição de 2019 do concurso, a dupla Luiz Cassino e Roberta Decnop levou para casa o troféu de Campeão Geral na Divisão DSLR/Mirrorless. Já na Divisão Compacta, quem conquistou o 1º lugar geral foi a dupla Fernanda Saldanha e Marcia Tancredi.

O Concurso Biomar de FotoSub reúne projetos patrocinados pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. A Rede Biomar é formada pelos projetos Albatroz, Baleia Jubarte, Coral Vivo, Golfinho Rotador, Meros do Brasil e Tamar e visa à conservação da biodiversidade marinha no Brasil, atuando na proteção e pesquisa de espécies e dos habitats relacionados, informou a organização do concurso.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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Mais de 25 mil espécies da flora só existem no Brasil, mostra estudo

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Mais de 25 mil espécies de plantas, algas e fungos nativos do Brasil são endêmicas, ou seja, só existem naturalmente no país. Isso representa 55% do total das espécies nativas brasileiras, que chegam a 46,9 mil. Os dados são do estudo Flora do Brasil 2020, coordenado pelo Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

De acordo com a pesquisa, a Mata Atlântica é o bioma onde existem mais espécies (17.150 ou 36,5% da flora brasileira), seguida pela Amazônia (13.056 ou 27,8% das espécies) e o Cerrado (12.829 ou 27,3%). Com menos biodiversidade, aparecem a Caatinga, com 4.963 espécies (10%), o Pampa, com 2.817 (6%) e o Pantanal, com 1.682 (3,6%).

Entre as espécies, 32.696 são angiospermas (plantas vasculares que têm frutos, como as palmeiras), 23 são gimnospermans (plantas vasculares que não têm frutos, como os pinheiros), 1.584 são briófitas (ou seja, musgos), 1.380 são samambaias, 6.320 são fungos e 4.972 são algas.

Além das 46,9 mil espécies nativas, ainda foram identificadas 680 espécies exóticas que foram naturalizadas (ou seja, que hoje se espalham naturalmente pelo país) e 2.336 plantas exóticas que são cultivadas.

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O estudo é resultado de um compromisso do país com a Estratégia Global para a Preservação de Plantas (GSPC), da Organização das Nações Unidas (ONU), e foi produzido com a ajuda de quase mil cientistas de 25 países. Além da lista com as espécies, o estudo traz a descrição delas, sinônimos, sua condição de endemismo, os biomas, tipos de vegetação e estados onde podem ser encontradas.

Os dados são abertos ao público e estão disponíveis na internet. Segundo a coordenadora do estudo, Rafaela Campostrini Forzza, a plataforma é uma fonte de informação não apenas para botânicos, como também pode auxiliar no planejamento governamental e em estudos de impacto ambiental.

“Uma das coisas que os tomadores de decisão perguntam é: quantas espécies existem no meu estado? Ou quantas espécies tem no bioma? Para você fazer um plano de conservação para o bioma, é importante saber quantas espécies existem, quantas só ocorrem ali. Essas áreas são prioritárias para se criar unidades de conservação?”, pergunta Rafaela.

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Segundo a pesquisadora, nos últimos cinco anos, foi descrita uma média de uma espécie por dia no Brasil. Isso mostra que ainda há muitas espécies para serem descobertas ou descritas no país.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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