Pandemia

Covid-19: Brasil tem 21,3 mil novos casos e 125 mortes em 24 horas

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O Ministério da Saúde divulgou hoje (12) novos números sobre a pandemia de covid-19 no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem, desde o início da pandemia, 30,6 milhões de casos confirmados da doença e 664,6 mil mortes registradas. Os casos de recuperados somam 29,7 milhões (96,9% dos casos). 

Em 24 horas, o ministério registrou 21,3 mil novos casos e 125 mortes.

O estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, com 5,4 milhões de casos e 168,5 mil óbitos. Em seguida estão Minas Gerais (3,3 milhões de casos e 61,4 mil mortes); Paraná (2,4 milhões de casos e 43,1 mil óbitos) e Rio Grande do Sul (2,3 milhões de casos e 39,3 mil mortes).

Os menores números de casos e de mortes estão em estados da Região Norte. O Acre tem 124.969 casos e 2.002 mortes; Roraima, 155.582 casos e 2.152 óbitos e Amapá, 160.401 casos e 2.132 mortes.

Vacinação

Segundo o Ministério da Saúde, 426,4 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas, sendo 176,3 milhões de primeira dose; 157,3 milhões de segunda dose, além de 81,8 milhões de doses de reforço e 2,4 milhões de segunda dose de reforço.

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Boletim epidemiológico da covid-19 Boletim epidemiológico da covid-19

Boletim epidemiológico da covid-19 – Ministério da Saúde

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Portugueses publicam genoma do vírus da varíola dos macacos

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Uma equipe de pesquisadores portugueses divulgou o primeiro rascunho da sequência do genoma do vírus Monkeypox, conhecido como “varíola dos macacos”. A sequência genômica do Monkeypox foi elaborada por um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), de Lisboa. O artigo foi publicado no site Virological.

Os pesquisadores, liderados por João Paulo Gomes, relataram que o resultado foi obtido pelo método swab coletado em 4 de maio em lesões cutâneas de um paciente do sexo masculino. Segundo o estudo, a primeira análise do esboço do genoma indica que o vírus de 2022 pertence à região da África Ocidental e está mais relacionado ao vírus da varíola dos macacos, exportado da Nigéria, em 2018 e 2019, para países como Reino Unido, Israel e Cingapura.

De acordo com a publicação, os dados preliminares serão atualizados com a divulgação de novos dados do genoma, “que serão importantes para elucidar a origem e disseminação internacional do vírus atualmente circulante”.

No Twitter, o diretor do Centro de Pesquisa em Epidemias Sul-Africano, o brasileiro Túlio de Oliveira, afirmou que “é um novo nível de compartilhamento de dados científicos”, ou seja, são divulgados à medida em que são produzidos.

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“Isso é incrível, ‘As sequências do genoma serão ainda mais apuradas (para refinar regiões de baixa cobertura, indels e tratos homopoliméricos) assim que os dados de alta profundidade da Illumina estiverem disponíveis (sequenciamento em andamento).'”, afirmou.

Monkeypox

Em maio deste ano, foram registrados casos de varíola dos macacos em vários países, como Portugal, Reino Unido, Espanha, Suécia, Bélgica e Estados Unidos. Cientistas analisam a introdução e a rápida disseminação da doença nesses países.

Para os pesquisadores, a determinação da sequência genômica do vírus causador dessas infecções deve contribuir para o melhor entendimento da epidemiologia, fontes de infecção e padrões de transmissão.

CâmaraPox

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), até o momento, não há registro de casos varíola dos macacos no Brasil. Na semana passada, a pasta constituiu, em caráter consultivo, uma câmara técnica temporária de pesquisa denominada CâmaraPox MCTI, para acompanhar os desdobramentos científicos sobre o vírus.

A medida segue a mesma ideia da formação da RedeVírus MCTI, comitê de especialistas instituído em fevereiro de 2020, antes mesmo de a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarar a pandemia de covid-19. O comitê de especialistas presta assessoramento técnico-científico à pasta sobre as estratégias e necessidades na área de ciência, tecnologia e inovação necessárias na área de saúde.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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