Covid-19: SP inicia dose de reforço em adolescentes de 12 a 17 anos

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A partir de hoje (30) adolescentes de 12 a 17 anos de idade da capital paulista podem tomar a dose de reforço da vacina contra covid-19. A vacinação estará disponível para aqueles que receberam a segunda dose (D2) há pelo menos quatro meses. Poderão ser utilizados os imunizantes da Pfizer e Coronavac, conforme disponibilidade nas unidades de saúde. A recomendação também vale para adolescentes gestantes e puérperas. No caso dos adolescentes imunocomprometidos, apenas a vacina da Pfizer deverá ser utilizada.

Desde fevereiro deste ano, a dose de reforço estava disponível apenas para adolescentes imunossuprimidos e, até o momento, 4.520 doses foram aplicadas. Em todo o público de 12 a 17 anos já foram aplicadas 978.330 primeiras doses (D1) e 876.506 segundas doses (D2), com cobertura de 115,9% e 103,8%, respectivamente.

A decisão da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de aplicar a dose de reforço do imunzante contra a covid-19 na faixa etária de 12 a 17 anos foi tomada após ofício enviado pela ao Ministério da Saúde (MS) destacando a importância de se ampliar a imunização nesse grupo no momento atual da pandemia e solicitando a inclusão do público como elegível para a dose de reforço.

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“A inclusão dos adolescentes nos grupos elegíveis para dose de reforço contribuirá na manutenção do cenário epidemiológico da capital. Além da proteção individual do adolescente, essa ampliação contribui diretamente para a preservação da estabilidade no cenário epidemiológico neste momento de chegada do inverno, onde é esperado um aumento de doenças respiratórias, entre elas, a covid-19″, disse o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

A vacinação ocorre em toda a rede: UBSs e AMAs/UBSs Integradas, das 7h às 19h, e nos megapostos e drive-thru, das 8h às 17h.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

“Considero o Conselho a maior barreira para o negacionismo nesse país”, afirma Padilha durante reunião do CNS

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Nesta quinta (13), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, marcou presença na 364ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), na sede do Ministério da Saúde, em Brasília. A agenda recordou os cinco anos da pandemia de Covid-19, além de abordar a participação social na garantia da equidade dos direitos das mulheres e as ações do Programa Brasil Saudável. O atendimento da população em situação de rua na atenção primária também foi uma das pautas.

Esta foi a primeira participação de Padilha em uma reunião do Conselho, desde que reassumiu a pasta na última segunda (10). Durante a plenária, ele falou das suas expectativas para os próximos dois anos e agradeceu o trabalho do CNS na luta pela defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Alguns sentimentos me movem ao voltar para o Ministério da Saúde e um deles é consolidar a pasta com gestores municipais e estaduais. Como um espaço de controle social, o Conselho Nacional de Saúde é a maior barreira para o negacionismo nesse país e isso nos impulsiona para ser uma referência mundial”, declarou o ministro.

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A presidente do CNS, Fernanda Magano, agradeceu a presença de Padilha na reunião. “É muito importante esse diálogo e os compromissos aqui estabelecidos na defesa do nosso Sistema Único de Saúde. Esperamos que essa reconstrução seja muito proveitosa para as entregas necessárias pela democracia e garantia da vida no nosso país”, declarou.

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364ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), na sede do Ministério da Saúde, em Brasília (Foto: Taysa Barros/MS)

Para o representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), José Ramix, é urgente a participação e valorização da diversidade na saúde: “Precisamos estimular estratégias que fortaleçam o controle social e a gestão participativa, além de reconhecer o protagonismo dos territórios e das diversas populações dos municípios brasileiros”, observou.

Durante sua fala, o ministro reforçou o pedido de Ramix e destacou, mais uma vez, a urgência da entrega e a obsessão pela redução no tempo de espera pelos atendimentos especializados. “Só vamos conseguir fazer isso acontecer com uma atenção primária fortalecida, valorizada e equilibrada, além de reorganizar as redes de média e alta complexidade”, pontuou.

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Ana Freire
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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