saúde

Emater, UFG e Grupo Adir firmam acordo para melhoramento genético goiano

Com a união de esforços e compartilhamento de banco de dados, produtores familiares do Estado de Goiás terão acesso à tecnologia relacionada a bovinos adaptados ao Cerrado.

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A Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater), a Universidade Federal de Goiás (UFG) e o Grupo Adir firmaram protocolo de intenções na terça-feira, 30 de agosto, com o objetivo de avançar nas pesquisas de melhoramento genético bovino.

Com o pacto, a ideia é que as explorações rurais do Grupo Adir, bem como o banco de dados da propriedade, situada em Nova Crixás, sejam utilizados em projetos de pesquisa pecuária, agregando pesquisadores e extensionistas da UFG e da Emater, que serão responsáveis pela validação e difusão tecnológica.

“O resultado principal que a gente espera alcançar é promover inclusão produtiva através da difusão de tecnologias. O objetivo é a conjunção de esforços, já que nossa missão é levar tecnologia aos produtores familiares. Essa é nossa missão enquanto instituição pública, especialmente porque nem sempre esse público é de interesse de multinacionais de tecnologia”, explica o presidente da Emater, Pedro Leonardo Rezende.

Paulo Leonel, diretor do Grupo Adir, explica que a parceria é uma forma de retribuir os avanços conquistados. “Nós trabalhamos com bovinos adaptados às condições edafoclimáticas do Cerrado. Desta forma, conseguimos gerenciar uma produção de excelente qualidade com menor aporte de insumos. Para nós, essa situação já é realidade, mas gostaríamos de compartilhar para que outros produtores também tenham acesso”, destaca.

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A reitora da UFG, Angelita Pereira, avalia que o convênio vem ao encontro das atribuições da Universidade. “É um prazer fazer este convênio, que nos permite ter uma relação de forma mais efetiva com a sociedade”, frisa.

Esta é mais uma parceria formalizada entre Emater e UFG, desta vez com a participação do setor privado. “Entendemos que esse tipo de parceria só traz benefícios a todos os envolvidos, pois podemos aliar esforços em benefício do produtor rural, especialmente da agricultura familiar. A troca de experiências garante resultados mais significativos em menor tempo, impulsionando nosso agro, que já é tão representativo”, avalia Pedro Leonardo.

Participaram da assinatura do protocolo, ainda, os professores da Escola de Veterinária e Zootecnia da UFG, Maria Clorinda Soares, Adriana Santana e Adilson Damasceno.

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SAÚDE

Fiocruz aprova 56 projetos para ações de saúde em favelas do Rio

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, nesta quarta-feira (17), o resultado da chamada pública para Apoio a Ações de Saúde Integral nas Favelas do Rio de Janeiro. A instituição recebeu 143 proposições de diversos municípios do estado do Rio de Janeiro.

Foram aprovados 56 projetos que vão receber aproximadamente R$ 5,6 milhões. Dentre as propostas selecionadas, 55% foram elaboradas por organizações sociais que ainda não tinham efetuado ações no âmbito do primeiro edital, realizado em 2021, pelo Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro.

O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, disse que a ação representa marco significativo na promoção da saúde integral da população das favelas do estado do Rio de Janeiro. “Com essa iniciativa, reconhecemos o trabalho das organizações que atuam nas comunidades e, sobretudo, a importância da participação social na formulação das soluções para esses territórios”, avaliou.

Moreira disse não ter dúvida de que os projetos selecionados terão impacto positivo e transformador não apenas nas comunidades diretamente beneficiadas, mas também servirão de exemplo inspirador para todo o país.

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O plano integrado foi criado durante a pandemia de covid-19, com objetivo de apoiar respostas sociais às questões emergenciais nas favelas e contribuir para a ampliar a participação social nas ações de saúde, auxiliando no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em 2024, a abrangência territorial do plano será ampliada dos atuais 18 para 33 municípios: Angra dos Reis, Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Itaperuna, Magé, Mangaratiba, Maricá, Mesquita, Niterói, Nova Iguaçu, Paraty, Petrópolis, Queimados, Rio de Janeiro, Seropédica, São Gonçalo, São João de Meriti, Volta Redonda, e organizações sociais que atuam nas cidades de Barra Mansa, Belford Roxo, Cabo Frio, Cachoeira de Macacu, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Nilópolis, Paracambi, Rio Bonito, Rio Claro, São Pedro da Aldeia, Tanguá e Teresópolis. 

Favelas contempladas

Dos novos 56 projetos selecionados, 15  incluem ações em favelas de Niterói, oito em São Gonçalo, sete em de Duque de Caxias, cinco em Mesquita e quatro em Itaguaí e Belford Roxo. Na cidade do Rio de Janeiro, serão apoiados 25 projetos nas favelas da zona norte, 15 nas comunidades da zona oeste, nove nas favelas da zona sul e cinco na região central da capital fluminense.

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As propostas  apresentam foco na construção e manutenção de cozinhas comunitárias e segurança alimentar, atividades de educação em saúde, treinamento profissional em saúde com foco nas comunidades, ações ligadas à saúde mental, agroecologia, comunicação e informação em saúde por meio de arte e cultura 

O resultado final pode ser acessado no Portal Fiocruz. Orientações e dúvidas podem ser remetidas por e-mail: enfrentamentocovid19favelasrj@fiocruz.br.

Fonte: EBC SAÚDE

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