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Ex-braço direito de Maguito é convidado para a Finanças em Goiânia

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Ex-secretário da Fazenda de Aparecida de Goiânia e tido como braço direito de Maguito Vilela (MDB), Carlos Eduardo de Paula Rodrigues deve assumir a Secretaria de Finanças de Goiânia. Ele confirmou o convite feito por um interlocutor do Paço e deve ter um conversa até segunda-feira com o prefeito Rogério Cruz (Republicanos) para oficialização.

“É preciso deixar de lado questões político-patidárias, porque não é uma definição por esse critério, mas pelo bem da cidade. Conseguimos tirar Aparecida de um marasmo fiscal histórico e colocarmos entre as 20 melhores em gestão fiscal do País. A escolha do meu nome é por isso, para também manter esse modelo em Goiânia e evitar retrocessos”, diz Carlos Eduardo.

A pasta vinha sendo comandada interinamente por Geraldo Lourenço, servidor do Distrito Federal, que havia atuado como consultor da Prefeitura em março e assumiu a secretaria executiva da Sefin. Geraldo entrou depois que Alessandro Melo entregou o cargo junto com outros 13 secretários ligados a Daniel Vilela, presidente do MDB estadual e filho de Maguito, oficializando o rompimento com Rogério Cruz.

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Carlos Eduardo diz que pretende conversar com Daniel e espera que ele “tenha sabedoria para entender o temor descontinuidade de gestão”.  “Minha amizade com Maguito transcende a vida pública. Era meu irmão mais velho e me deu muita orientação e inspiração. Me moldei muito com o estilo dele conciliador e de ouvir muitas opiniões.”

Carlos Eduardo trabalhou com Maguito quando ele foi governador (1995-98), como superintendente de Economia da Celg e secretário executivo de Desestatização. Em Aparecida, asssumiu a Fazenda em 2009, quando o emedebista foi eleito prefeito e permaneceu nas duas gestões. Depois disso, teve escritório conjunto com Maguito e trabalhou tanto na campanha como na equipe de transição.

Cotado para assumir uma pasta no início da atual gestão, ele diz que não quis por conta da preocupação com o coronavírus. Além de ter comorbidades, ele estava convivendo com os pais e preferiu se preservar.

Natural do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo é formado em Administração de Empresas e Economia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).

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Na década de 1980, também foi diretor Administrativo e Financeiro da antiga autarquia Suplam, superintendência que depois virou Agência de Transportes e Obras (Agetop) e agora é Goinfra, na gestão de Iris Rezende (MDB). Trabalhou também no BEG Financeiro e no Banco de Desenvolvimento de Goiás.

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ECONOMIA

Vanderlan defende dispositivo na MP da Eletrobrás que viabiliza a expansão das Pequenas Centrais Hidrelétricas

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O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) usou a tribuna virtual da sessão Plenária do Senado Federal, nesta quinta-feira (17), para defender a aprovação da Medida Provisória 1031/2021 que viabiliza a desestatização da Eletrobrás, maior empresa de geração e transmissão de energia do país. O governo espera arrecadar cerca de R$ 60 bilhões com a medida.

Vanderlan chamou atenção para a importância de aprovar, especificamente, o dispositivo da MP que assegura uma contratação mínima de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ao longo dos próximos anos de 2.000 megawatts.

“O Brasil precisa de várias fontes de energia, sobretudo energia limpa. As Pequenas Centrais Hidrelétricas são ótimas alternativas. Em Goiás, por exemplo, essas PCHs podem gerar de 12 a 15 mil empregos. Com uma média de R$ 100 milhões por PCH, podemos chegar a R$ 5 bilhões de investimentos. Porém, hoje, elas representam apenas 3% do consumo nacional”.

E continuou. “A aprovação desse dispositivo é muito importante para estimular as Pequenas Centrais Hidrelétricas pelo país. Certamente, representará um impulso que elas precisam para a sua retomada e para o desenvolvimento de toda cadeia produtiva”, explicou.

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O senador goiano deu como exemplo, o sucesso da privatização da telefonia brasileira, realizada na década de 90. “Basta vermos os resultados da privatização da telefonia no Brasil, antiga Telebrás. Muitos diziam que iria entregar o sistema para o estrangeiro, mas não foi isso o que aconteceu. Atualmente, é uma infraestrutura moderna e em expansão. Em 2018, segundo a Anatel, já havia cerca de 236 milhões de linhas móveis e 40 milhões de fixas no Brasil. Outro exemplo de sucesso são os investimentos privados que vêm sendo feitos nas ferrovias do país, como é o caso da Norte-Sul. Por isso, sou favorável à aprovação dessa MP”, informou.

 

Principais pontos da MP

Atualmente, a União possui cerca de 60% das ações da Eletrobras e controla a estatal. Com a capitalização, a partir da emissão de ações, deve reduzir a participação na empresa para 45%.

Entre outros pontos, a proposta prevê que o aumento do capital social da empresa será por meio da oferta pública de ações; a participação de cada acionista ou grupo de acionistas não poderá ultrapassar 10% e a União terá ação preferencial de classe especial, a “golden share”, que dará poder de veto nas deliberações sobre o estatuto social da empresa.

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