Ex-vereador é preso em esquema de desvio de combustíveis no Rio

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Um ex-vereador do município de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, e ex-policial militar foi preso hoje (19) na segunda fase da Operação Pit-Stop, deflagrada por policiais civis da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados do Rio de Janeiro. O homem é apontado como chefe da organização criminosa que atua em um esquema de desvio de combustíveis. Também foram presas outras quatro pessoas, que segundo a Secretaria de Polícia Civil do Rio, estão envolvidas com ele. De acordo com a secretaria, todos são investigados no esquema de desvio de combustíveis.

Além de Duque de Caxias, os mandados se estendem à cidade do Rio de Janeiro. As investigações apontam que o lucro líquido da organização criminosa alcança cerca de R $1,5 milhão por mês.

A secretaria informou que a investigação começou em junho de 2020. Na época, houve uma ação em um depósito em Campos Elíseos, em Duque de Caxias, que fazia a receptação de combustível. De acordo com a pasta, no local havia quatro tanques com capacidade para 15 mil litros cada, lacres de transporte, dois caminhões-tanque e veículos do restaurante que pertencia ao então vereador.

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Na primeira fase da Operação Pit-Stop, realizada em agosto de 2020, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, inclusive na residência e no gabinete do ex-vereador na Câmara de Duque de Caxias. Os policiais apreenderam telefones celulares, computadores e documentos que indicaram a participação dos envolvidos no esquema de desvio de combustível conhecido como Bica ou Baldinho. Nele, motoristas desviavam parte do material transportado para depósitos clandestinos de abastecimento.

A Polícia Civil afirmou que os depósitos clandestinos eram “estrategicamente localizados próximos às distribuidoras em Duque de Caxias, para não configurar desvio de rota”. Na avaliação da polícia, os depósitos funcionavam  “como uma espécie de Pit-Stop para os motoristas, que furtam partes fracionadas do material transportado, adulterando o lacre e ludibriando o destinatário final da entrega. O combustível desviado é redistribuído em postos de gasolina do investigado, onde é revendido a preço de mercado”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Covid-19: com Fase Vermelha, praias paulistas terão restrições

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Após o anúncio de que o todo o estado de São Paulo vai ficar na Fase Vermelha por pelo menos 14 dias a partir deste sábado (6), alguns prefeitos de cidades do litoral paulista estão anunciando restrições para impedir as aglomerações nas praias. Nessa fase, apenas atividades consideradas essenciais são permitidas.

Em Santos, a prefeitura informou que estará proibida a presença de ambulantes nas praias neste período. Também será proibido colocar cadeiras e guarda-sóis na areia. Só será permitido, segundo a prefeitura, a prática de esportes individuais como corrida e caminhadas.

Em São Vicente, as praias ficarão abertas apenas para atividades físicas individuais. “Portanto, a administração municipal conta com a colaboração e o bom senso de todos, pedindo que as pessoas evitem aglomerações, respeitem o distanciamento social e usem máscara”, disse a prefeitura, em nota.

No Guarujá, a permanência das pessoas no mar ou na faixa de areia está condicionada à prática de esportes individuais e devem respeitar as regras de distanciamento. Para evitar a formação de aglomerações, a prefeitura proibiu a colocação de cadeiras e guarda-sóis nas praias e também o comércio ambulante. Os restaurantes, bares, quiosques e shoppings estarão fechados para consumo no local, podendo atender somente no sistema de entrega a domicilio, retirada no local ou drive-thru. A prefeitura informou ainda que vai implantar barreiras sanitárias, com aferição de temperatura dos ocupantes dos veículos, na entrada do Guarujá, pela rodovia Cônego Domenico Rangoni. Se a temperatura for igual ou superior a 37,5º C, a entrada na cidade não será permitida. Também foi imposto um toque de restrição na cidade das 20h as 5h.

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Em São Sebastião, a instalação de guarda-sóis e cadeiras nas praias, por restaurantes, hotéis e condomínios, estão proibidos.

Outras cidades, como Ubatuba, estão definindo quais são as restrições e deve publicar um decreto em breve sobre quais medidas serão adotadas.

Ontem, prefeitos da Baixada Santista estiveram reunidos e decidiram solicitar ao governo estadual para que sejam instaladas barreiras sanitárias nas estradas de acesso ao litoral: no Sistema Anchieta-Imigrantes (que liga a capital paulista ao litoral), na Rodovia Mogi-Bertioga e na Régis Bittencourt (BR-116). A ideia é tentar evitar a chegada de turistas para o litoral. Os prefeitos também pediram a ampliação do efetivo da Polícia Militar (PM) para restringir o uso e garantir a fiscalização das praias.

Edição: Bruna Saniele

Fonte: EBC Geral

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