Governo libera R$ 2,8 milhões para programa Consultório na Rua

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O Ministério da Saúde liberou hoje (18) R$ 2,8 milhões para ampliar o programa Consultório na Rua que reforça as ações de combate à covid-19 junto as pessoas em situação de rua. O recurso será destinado aos municípios que dão assistência aos serviços de saúde às pessoas em situação de vulnerabilidade. Desde o começo do ano, já foram repassados mais de R$ 20 milhões para custeio da iniciativa.

O projeto conta com 158 equipes espalhadas por todo o Brasil compostas por multiprofissionais itinerantes, que desenvolvem ações integrais de saúde frente às necessidades da população em situação de rua.

“É um projeto prioritário de atenção primária, levar assistência à saúde para aqueles que mais precisam. O governo tem se preocupado muito com esses aspectos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que acompanhou o atendimento de uma equipe de Consultório na Rua, na Praça da Cruz Vermelha, na região central do Rio de Janeiro.

Segundo a pasta, estima-se que aproximadamente 140 mil cidadãos maiores de 18 anos, que se encontram em condição de extrema pobreza na rua, devem se vacinar contra o novo coronavírus.

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Rio tem ainda 76 mil pessoas acima dos 40 anos não vacinadas

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A cidade do Rio de Janeiro tem ainda 76 mil pessoas acima dos 40 anos que não foram vacinadas contra a covid-19, de acordo com dados do Painel Rio Covid-19, da prefeitura. Na próxima semana, a cidade vacina pessoas com idade entre 27 e 32 anos. Até este sábado (31), 75% da população alvo, com 18 anos ou mais, recebeu pelo menos a primeira dose da vacina e 33,5% completaram o esquema vacinal com duas doses ou dose única. 

Entre os idosos, com 60 anos ou mais, 23,7 mil ainda não tomaram a vacina. Outros 96,6 mil tomaram a primeira dose, mas ainda não tomaram a segunda dose da vacina, completando o esquema de vacinação. 

Em nota à Agência Brasil, a Secretaria Municipal de Saúde diz que permanece monitorando o passivo para segunda dose, bem como as coberturas e reforça a importância das pessoas retornarem para completar seu esquema vacinal. Estudos apontam maior proteção contra a covid-19 após o número total de doses recomendadas por cada vacina.

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A pasta destaca que embora o calendário já os tenha contemplado, nem todos os idosos se vacinaram no dia da sua idade, o que interfere no calendário da segunda dose, uma vez que as vacinas possuem intervalos diferentes recomendados entre a primeira e a segunda dose. 

A secretaria informa ainda que 91,4% dos idosos já estão completamente imunizados. Todas as faixas etárias de idosos alcançaram a meta de no mínimo 90% da população da faixa completamente imunizada, exceto na faixa etária de 60 a 64 anos, que já apresenta 86% e ainda possui um número significativo de idosos dessa faixa dentro do prazo para a segunda dose.  

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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