Guia de financiamento ajuda empresas interessadas em sustentabilidade

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Característica cada vez mais exigida por investidores internacionais, a sustentabilidade de indústria, comércio e empreendimentos tem atraído uma larga fatia de recursos disponíveis no mercado mundial. Para ajudar empresas brasileiras a explorarem fundos climáticos, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou nesta semana o guia Financiamento para o Clima: Guia para Otimização de Acesso pela Indústria.

“Cada vez mais consolida-se o entendimento de que iniciativas que respondam aos desafios ambientais, sociais e de governança de forma mais efetiva dão mais retorno e são mais sustentáveis. E é nisso que investidores estão de olho”, destaca o gerente executivo de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Davi Bomtempo.

Segundo o órgão, as iniciativas climáticas movimentaram cerca de US$ 612 bilhões em 2017 e US$ 546 bilhões em 2018. Desses recursos, apenas 4,5% foram para empreendimentos localizados na América do Sul e Caribe, enquanto a Ásia – considerada em rápida expansão de negócios sustentáveis – abocanhou 38% das verbas.

O documento lançado pela CNI lista informações relevantes para buscar financiamentos em 16 fundos diferentes, disponíveis para quem pretende ampliar setores em conformidade com as exigências ambientais modernas. Segundo a cartilha, empresas de qualquer porte podem participar. São exigidas garantias econômicas de viabilidade e planejamento antecipados de impactos econômicos e ambientais no país.

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Edição: Graça Adjuto

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ECONOMIA

Dólar cai para R$ 5,14 e fecha na menor cotação desde julho

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Influenciado pelo avanço nas vacinas contra a covid-19 e pela expectativa de estímulos nos Estados Unidos, o mercado teve um dia de otimismo nesta quinta-feira (3). O dólar fechou no menor valor desde julho. A bolsa subiu e renovou a máxima desde o fim de fevereiro, mesmo perdendo o fôlego no fim da sessão.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,14, com recuo de R$ 0,102 (-1,94%). Na mínima do dia, por volta das 13h40, chegou a ser vendido a R$ 5,12. A cotação está no menor nível desde 22 de julho, quando tinha fechado em R$ 5,114.

O euro comercial caiu 1,58% e foi vendido a R$ 6,242. A divisa está na cotação mais baixa desde 17 de setembro (R$ 6,198).

No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou a quinta-feira aos 112.184 pontos, com leve alta de 0,24%. O indicador está no nível mais alto desde 21 de fevereiro, quando tinha atingido 113.681 pontos.

Por diversas vezes, ao longo do dia, o Ibovespa superou a marca de 113 mil pontos. O índice, no entanto, desacelerou nos 30 minutos finais de negociação, até fechar próximo da estabilidade.

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O mercado financeiro viveu um dia de euforia em todo o planeta, em meio a avanços nas vacinas contra o novo coronavírus. Além disso, a expectativa de que os Estados Unidos aprovem um novo pacote de estímulos, injetando dólares na economia mundial, impulsionou um movimento de vendas da moeda norte-americana, beneficiando países emergentes, como o Brasil.

* Com informações da Reuters

Edição: Liliane Farias

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