Harley-Davidson Fat Bob, boa de pilotar

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A Harley-Davidson Fat Bob oferece pilotagem mais esportiva do que os outros modelos da marca
Guilherme Marazzi

A Harley-Davidson Fat Bob oferece pilotagem mais esportiva do que os outros modelos da marca


Estamos esperando a chegada da linha 2021 da Harley-Davidson . Por enquanto, vemos os novos modelos apenas no site da marca, ainda sem valores. Mas as versões 2020 estão lá também, e esta Fat Bob é uma delas. Alguns modelos não serão oferecidos no país este ano.


A grande mudança na Harley-Davidson Fat Bob para 2021 é o novo suporte de placa, daqueles laterais, dobráveis. E esse é o tipo de detalhe que, mesmo adorado pelos customizadores – o que acaba se refletindo também nos modelos de série –, eu abomino. Além de ser extremamente feio, é pouco prático, principalmente em um país como o nosso, em que serpentear por entre os automóveis no trânsito das grandes cidades é quase uma obrigação.

Pouco prático porque é mais um ponto a se prestar atenção, além do movimento à sua frente, mesmo que a placa se dobre caso esbarre em algum obstáculo. Tem ainda aquela fobia de engenheiro, que é querer tudo simétrico. E placa na lateral não tem nada de simétrico.

A posição de pilotagem da Fat Bob ficaria melhor com a pedaleira do piloto mais recuada
Guilherme Marazzi

A posição de pilotagem da Fat Bob ficaria melhor com a pedaleira do piloto mais recuada


Por isso, fico com esta versão 2020 da Fat Bob, a mais gostosa das Harley-Davidson de todas, para ser pilotada da maneira tradicional. Melhor seria que ela pudesse ter a opção de pedaleira recuada, aí, sim, ela ficaria mais próxima das motocicletas convencionais. Questão de gosto.

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Mesmo preferindo a Fat Bob 2020, continuo não gostando do visual do suporte de placa desse modelo, firmemente acoplado à balança traseira. Caso fosse minha, eu daria um jeito de montar o suporte no para-lama traseiro, que parece ter algo faltando quando visto por trás. E falta mesmo: a lanterna traseira, item para mim fundamental para a beleza posterior de uma motocicleta. Na Fat Bob, leds vermelhos dentro dos piscas amarelos fazem essa função. Na versão 2021 da Fat Bob, os piscas traseiros serão vermelhos e o catadióptrico (olho-de-gato) que ficava no suporte de placa passa para o para-lama.

O bom das Harley é exatamente isso, poder mexer em qualquer coisa, em qualquer modelo, para ficar do seu jeito. A grande maioria dos harleiros faz isso e existem pelo mundo muitas empresas especializadas em fazer isso para terceiros.

À esquerda, a versão 2021 da Fat Bob, com o suporte de placa na lateral. À direita, a Fat Bob 2020
Guilherme Marazzi

À esquerda, a versão 2021 da Fat Bob, com o suporte de placa na lateral. À direita, a Fat Bob 2020


Outra novidade para a Harley-Davidson Fat Bob 2021 é a única opção do motor 114, ficando a versão com motor 107 fora de catálogo. O motor 114 tem cilindrada de 1.868 cm3 e torque de 15,8 kgfm. A Harley não divulga valores de potência. Para uma motocicleta de mais de 300 kg de peso total (fora piloto, garupa e bagagem), a Fat Bob surpreende pela agilidade. A suspensão dianteira de garfo invertido e o cáster de 28o são, em parte, responsáveis por isso.

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Outro detalhe bacana, que existe em quase todas as Harley, é o sistema keyless. Basta carregar um sensor no bolso e a motocicleta só funciona com você por perto. Liga-se e desliga-se a ignição por um interruptor no punho direito. Chave, apenas para a trava de guidão, o que pode ser muito pouco necessário, já que a moto “berra” bem alto se alguém cismar em movê-la do lugar, por menor que seja o deslocamento, sem o tal do sensor.

A Harley-Davidson Fat Bob é montada em Manaus (AM), e ainda está disponível na rede nas duas versões 2020, custando R$ 82.900 na cor preta e com o motor de 107 polegadas cúbicas (1.746 cm3). Para outras cores, há um acréscimo de R$ 700. Resta saber se há ainda na rede estoque dessa motocicleta com o motor menor.

Com o motor de 114 polegadas cúbicas (1.868 cm3), a Harley-Davidson Fat Bob 2020 custa, na cor preta brilhante, R$ 91.500. Para outras cores, há também um acréscimo de R$ 700, com exceção da vermelha, que tem acréscimo de R$ 2.000. Ainda não constam no site da marca os valores das versões 2021.

Fonte: IG CARROS

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CARROS E MOTOS

Como levar carga extra no carro sem ser multado

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Suporte de bicicletas pode exigir uso de régua de sinalização, com luzes e placa adicionais
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Suporte de bicicletas pode exigir uso de régua de sinalização, com luzes e placa adicionais


Está com o carro cheio e vai utilizar um bagageiro externo ou levar as bicicletas das crianças em um suporte externo? Pois a legislação de trânsito  determina regras para o transporte de cargas do lado de fora dos carros de passeio e comerciais leves.


De acordo com a Resolução nº 349/2010 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), o uso do bagageiro de teto é permitido, mas desde que a carga transportada e do suporte não ultrapassem 50 cm de altura ou o comprimento e a largura máxima da parte superior do veículo. Mesmo o uso do porta-malas também tem regras, com a bagagem sendo limitada à altura da linha dos vidros para não obstruir a visibilidade do condutor.

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Nas caso das picapes , é permitido o transporte de cargas com a tampa da caçamba aberta, mas desde que o balanço traseiro (composto pela distância entre o centro do eixo traseiro e o final da carga excedente) não ultrapasse 60% do valor da distância entre os dois eixos do veículo.

Extensor de caçamba é opção dentro da lei para transportar cargas maiores em picapes
Divulgação

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A carga extra deve ser sinalizada com uma régua ou extensor de caçamba, equipado um sistema de sinalização luminosa e refletiva. No caso de a placa traseira ficar encoberta, será necessário a instalação de uma chapa adicional ao lado direito da traseira do veículo.

O transporte de bicicletas pode ser feito por meio de suportes específicos no teto (situação em que não se aplica a regra de altura máxima de 50 cm dos bagageiros) ou na traseira do automóvel.

Se o suporte encobrir a placa ou as luzes do veículo, vale a mesma regra das picapes para a instalação de um régua sinalizadora com placa e luzes adicionais.

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Multas e punições

Levar carga de maneira irregular pode dar em multa de até R$ 293,47 e 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação
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Vale destacar que rodar com a chapa de identificação encoberta é considerado infração gravíssima, com multa de R$ 293,47, perda de sete pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e a apreensão do veículo.

A carga em condição irregular em carros de passeio é punida com multa de R$ 195,23 e perda de 5 pontos na habilitação. Já o transporte de carga fora das especificações da portaria em uma picape também é considerado uma punição grave. Nestes dois casos, o veículo fica retido até que seja resolvido o problema da bagagem fora dos padrões.

Fonte: IG CARROS

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