Justiça Federal quebra sigilo bancário e fiscal de Dirceu, diz TV

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A Justiça Federal mandou quebrar o sigilo bancário e fiscal do ex-deputado e ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, informou nesta noite de quinta-feira, 22, o Jornal Nacional, da Rede Globo. A decisão, segundo a reportagem, também vale para o irmão de Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, e para a empresa deles, a JD Assessoria e Consultoria Ltda.

O Jornal Nacional citou que o Ministério Público Federal (MPF) viu indícios de que a JD recebeu recursos de empreiteiras ligadas ao esquema de corrupção na Petrobras, desvendado pela Operação Lava Jato. Segundo a decisão da Justiça, citada pela Rede Globo, a JD Assessoria e Consultoria recebeu, entre 2009 e 2013, R$ 3.761.000,00 das construtoras Galvão Engenharia, OAS e UTC Engenharia. As três empreiteiras tiveram executivos presos no início de dezembro.

Em nota, José Dirceu confirmou, segundo o Jornal Nacional, que prestou serviços de consultoria às empresas citadas no documento da Justiça Federal. Ele se pôs a disposição para prestar esclarecimentos ao Judiciário.

À Rede Globo, a Galvão Engenharia informou que não se pronunciaria sobre as suspeitas. A UTC Engenharia reconheceu que contratou a JD Assessoria e Consultoria para a prospecção de negócios de infraestrutura no Peru e na Espanha, segundo a reportagem. Na construtora OAS, ninguém foi encontrado para comentar as suspeitas, informou o Jornal Nacional.

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Ex-governador José Eliton é um dos investigados por lavagem de dinheiro da antiga Agetop

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O ex-governador José Eliton é um do alvos da Operação Terra Fraca, deflagrada pela Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (Deccor) na manhã desta terça-feira (15) . São investigados também servidores da antiga Agetop, hoje Goinfra, por suposta lavagem de dinheiro.

Os policiais cumpriram 12 mandados de buscas. São investigadas sete pessoas físicas e sete jurídicas. Os mandados foram cumpridos contra dez alvos em Goiás e dois no Tocantins.

A investigação apura o envolvimento de empresas privadas, servidores da Agetop e também do núcleo político e financeiro que gerenciava os contratos da empresa fornecendo pagamentos e a operacionalização de lavagem de dinheiro.

Com isso, empresas privadas e pessoas físicas estão sendo investigadas por peculato, organização criminosa, superfaturamento de obra e lavagem de capitais.

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