Ministro da Infraestrutura visita Arco Metropolitano do Rio

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e representantes da bancada fluminense visitaram hoje (16) as obras de manutenção rodoviária da BR-493, conhecida como Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, no trecho Manilha-Santa Guilhermina, e as obras da Avenida Portuária.

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a concessão do Arco Rodoviário do Rio entrará em audiência pública em novembro, e o leilão está previsto para 2021. Os investimentos estimados alcançam cerca de R$ 15 milhões.

Freitas observou que, até que o processo de concessão seja realizado, é necessária ajuda da bancada para direcionar recursos não só para a BR-493, mas para outras obras de infraestrutura do estado. O ministro foi informado de  que o Projeto de Lei 40/2020 (PLN 40) está pronto para ser encaminhado ao Parlamento e abre crédito suplementar para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente. Ele disse acreditar que o PLN 40 traga recursos para a BR-493. “A gente alarga com R$ 40 milhões para fazer serviços emergenciais.”

Durante a visita, o ministro disse que viu muita coisa pronta que não está ainda acessível ao usuário. “Ou seja, se a gente botar uma grana agora e começar a atacar imediatamente, vai em pouco tempo ter condição de entregar muita coisa para a sociedade. Isso vai, sobretudo, ajudar a salvar vidas, que é o mais importante, e a restabelecer a sensação de segurança [para a sociedade], que está perdida.”

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Obras

As obras de manutenção no Arco Rodoviário envolvem trabalhos de conservação e recuperação da BR-493, que vêm sendo realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), no entroncamento da BR-101/RJ (Manilha) com a BR-040/116/RJ. A obra completa de manutenção se estenderá do Km 0 ao Km 25,20. O trecho inclui ainda três viadutos,entre os quais o Trevo do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O Dnit já investiu na conservação da rodovia R$ 10 milhões.

A obra atende diretamente os municípios de Itaguaí, Magé, Guapimirim, Duque de Caxias, Belford Roxo, Nova Iguaçu, Queimados e Seropédica, integrando as regiões produtoras com o porto e beneficiando o acesso e a mobilidade à capital fluminense, informou o Dnit.

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, a BR-493 interliga duas importantes rodovias – BR-101 e BR-116. Esse segmento da rodovia reduz o congestionamento na Ponte Rio-Niterói e na Via Dutra.

Avenida Portuária

Tarcísio Freitas visitou ainda a Avenida Portuária, que está com 95% das obras concluídas e tem previsão de entrega para o primeiro trimestre do ano que vem. No último dia 14, a Ecoponte obteve acesso à área da Aeronáutica que, até então, estava em disputa judicial entre os militares e os locatários. No trecho de100 metros, serão construídos três pilares que servirão para concluir a conexão em viaduto na Rua Prefeito Julio de Moraes Coutinho com a Avenida Brasil, informou a Ecoponte.

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Essa via terá dois sentidos e será exclusiva para veículos de carga. Os investimentos demandados somam R$ 450 milhões e englobam a alça de ligação da Ponte Rio-Niterói para a Linha Vermelha, que foi entregue em 15 de fevereiro passado.

Quando a obra estiver concluída, o volume de tráfego previsto será em torno de 2,6 mil veículos por dia nos dois sentidos. A via vai desafogar o trânsito de veículos de carga que saem do Porto do Rio pelo Portão 32 e seguem para a Avenida Brasil, e também no sentido contrário.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Geral

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Lava Jato: Polícia Federal cumpre mandados por fraudes na Petrobras

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Policiais federais cumprem hoje (20) sete mandados de busca e apreensão na 77ª fase da operação Lava Jato, no Rio de Janeiro e em Niterói. Chamada de operação Sem Limites IV, a ação investiga fraudes na gerência executiva de marketing e comercialização da antiga diretoria de abastecimento da Petrobras.

Segundo informações da Polícia Federal (PF), as fraudes ocorriam em negociações de óleos combustíveis e derivados de petróleo entre a empresa brasileira e companhias estrangeiras.

Ainda segundo a PF, um funcionário da Petrobras gerava artificialmente demandas que justificassem novas operações de compra e venda desses produtos. Nessas negociações, eram pagas comissões a intermediários envolvidos, que repassavam aos funcionários da Petrobras por meio de propinas.

As investigações são um desdobramento de colaborações premiadas de investigados na 57ª fase da Lava Jato, desencadeada em dezembro de 2018. Pelo menos seis novos agentes públicos foram identificados como participantes do esquema ilegal.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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