MP denuncia 12 policiais por homicídio de jovens em Paraisópolis

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O Ministério Público de São Paulo denunciou 13 policiais militares que participaram de uma operação na comunidade de Paraisópolis, em dezembro de 2019, que resultou na morte de nove jovens. Desses, 12 foram denunciados por homicídio e um por colocar pessoas em perigo com uma explosão.

A chamada Operação Pancadão tinha como objetivo interromper um baile funk que ocorria naquela noite. No entanto, de acordo com a promotoria, os policiais agrediram os participantes com golpes de cassetete, bastões de ferro e gás de pimenta. Um dos policiais é acusado de tetr lançado um morteiro contra multidão.

Vídeos feitos na ocasião e os relatos dos moradores da comunidade, localizada na região do Morumbi, zona sul paulistana, indicam que os jovens foram encurralados em vielas, morrendo pisoteados e asfixiados durante o tumulto.

Os promotores Neudival Mascarenhas Filho, Luciana André Jordão Dias e Alexandre Rocha Almeida de Moraes pedem ainda a fixação de um valor de reparação pelos danos físicos e morais causados pela ação.

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Defesa

Responsável pela defesa de parte dos policiais acusados, o advogado Fernando Capano afirma, por nota, que não há conexão entre as ações dos policiais naquela noite e as mortes dos jovens.

“Fartas são as provas obtidas nos inquéritos que nos conduzem para conclusões muito distintas e, segundo pensamos, forçar uma ‘narrativa’ no sentido da prática do homicídio, é prestar um desserviço para a apuração dos verdadeiros responsáveis pela tragédia havida naquela oportunidade”, ressaltou o advogado.

Edição: Maria Claudia

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JUSTIÇA

Operação em desfavor de servidores da antiga Agetop cumpre mandados em Goiânia, Aparecida e Senador Canedo

Serão cumpridos 21 mandados de busca e apreensão

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Nesta sexta-feira (30), foi deflagrada a operação Old School, pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Serão cumpridos 21 mandados de busca e apreensão em Goiânia, Aparecida e Senador Canedo.

A operação tem por finalidade apuração de crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro, praticados por servidores públicos da antiga Agetop e empresários do ramo da construção civil.

O procedimento investigatório guarda ligação com 10 obras públicas executadas por diversas construtoras contratadas pela agência com pagamento da quantia total de R$ 399.070.280,05, em números não atualizados.

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