Novo Honda City Touring parece um “mini Accord” e cobre saída do Civic

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Honda City Touring ganha nova geração, trazendo muitas melhorias em relação ao modelo anterior
Guilherme Menezes/ iG Carros

Honda City Touring ganha nova geração, trazendo muitas melhorias em relação ao modelo anterior

O Novo Honda City tem algumas duras missões. A primeira é manter o apelo da marca no segmento dos sedãs médios, que já não tem mais o Civic nacional para disputar com o seu maior rival, Corolla.

Quando falamos da variante hatchback do novo Honda City , há o desafio de suceder a força que o Fit tinha com seu público cativo. Testamos a novidade, em sua configuração sedã, na versão topo de linha Touring (R$ 127.700).

Vamos começar pelas impressões ao volante. Não faz muito tempo que testamos o Accord , já em sua nova versão híbrida. Depois da oportunidade de guiar o City , essa experiência com o “irmão maior” volta à mente.

Vemos como o City foi de um “Fit sedã” para um “mini Accord”. Não é todo dia que vemos uma fabricante trazer pontos de destaque de seus modelos de categorias superiores , para os mais em conta.

A posição de dirigir é bastante similar à do Accord (com exceção do ponto H e da altura em relação ao solo, que são ligeiramente mais elevadas).

Além disso, o botão de partida do motor, sistema de destravamento por proximidade da chave, ar-condicionado digital, nova central multimídia de 8 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem-fio e câmera de ré multivisão, remetem ao sedã mais refinado da marca.

Ainda que seja bem menor que o Accord , o aproveitamento de espaço não deixa nada a desejar. O espaço para pés, pernas, quadril e tronco são dignos de sedãs médios. Na comparação com o antecessor, o Honda City   é 53 milímetros mais largo e 94 mm mais comprido. Tem altura total 8 milímetros menor, com total de 4.549 milímetros de comprimento.

Além disso, notamos leveza e precisão ao volante, graças ao novo acerto de suspensão, bem como às novas dimensões e rigidez da carroceria. Contando com maior aplicação de aço de alta resistência, no sedã , a rigidez chega a ser até 20,4% na parte frontal. Apesar do excelente espaço de malas (519 litros), a dobradiça “pescoço de ganço” pode complicar o fechamento da tampa.

O silêncio na cabine também chama a atenção. Esta é a primeira geração do City a receber aplicação de espuma expansiva de poliuretano nas extremidades inferiores das coluna dianteira e central. Outra medida anti-ruído e vibração é a aplicação de material fono absorvente, com espessura variável na parte inferior do compartimento do motor.

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Algo que ainda se prova “bom de briga” é o conjunto mecânico, composto pelo novo motor 1.5 de alumínio , de funcionamento mais suave e que funciona com câmbio automático do tipo CVT.

Impressão puramente pessoal, mas as lanternas traseiras se parecem muito com as da BMW Série 3
Guilherme Menezes/ iG Carros

Impressão puramente pessoal, mas as lanternas traseiras se parecem muito com as da BMW Série 3

O City  passa a ter todos os seus conjuntos mecânicos atualizados. Seu motor 1.5, aspirado, agora recebe a tecnologia ‘DI DOHC i-VTEC’, ou seja, com injeção direta de combustível e dois comandos de válvulas no cabeçote, com recalibração do gerenciamento do variador de fase.

Isso resulta em 126 cv e 15,5 kgfm (gasolina e etanol). Segundo o Inmetro, tem consumo na cidade de 9,2/13,1 km/l (etanol/gasolina) e, na estrada, de 10,5/15,2 km/l, respectivamente.

O câmbio CVT também foi reconfigurado. Com simulação de sete marchas e hastes atrás do volante, chega com duas novidades: o Step-shift e o EDDB (Early Down-shift During Braking).

O primeiro atua sob condução esportiva. Com o acelerador pisado a fundo (kick-down), a central de gerenciamento eletrônico do CVT coordena as trocas nos pontos fixos das marchas, acentuando exatamente a sensação da mudança.

Já o EDDB se apresenta em situações de descida. Ao notar que o motorista está pisando no freio para conter o ganho de velocidade por conta da inclinação, o CVT assume uma relação que resulta em maior aplicação de freio-motor. A ação do EDDB é automática e amplia a segurança sem afetar o consumo.

Equipamentos

Interior traz elementos de carros de segmento premium, com destaque para a nova central multimídia
Divulgação

Interior traz elementos de carros de segmento premium, com destaque para a nova central multimídia

Os faróis são full LED, com luzes indicadoras de direção , fachos baixo e alto, DRL e faróis de neblina em LED. As demais versões contam com DRL de LED e bloco óptico principal com projetor.

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As lanternas são as mesmas em todas as versões, com LED nas luzes de posição e de freio . As rodas são de liga leve, com aro de 16 polegadas, em todas as versões. Elas mesclam acabamento frontal diamantado e pintura na cor preta.

Quanto aos itens de segurança, a versão testada vem com pacote de tecnologias de segurança e assistência ao motorista . O recursoo tem controle de cruzeiro adaptativo, além de sistemas de frenagem para mitigação de colisão, de assistência de permanência em faixa e para mitigação de evasão de pista, bem como ajuste automático de farol.

Honda City 2022. Foto: Divulgação

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Honda City Touring ganha nova geração, trazendo muitas melhorias em relação ao modelo anterior. Foto: Guilherme Menezes/ iG Carros

Honda City Touring ganha nova geração, trazendo muitas melhorias em relação ao modelo anterior. Foto: Guilherme Menezes/ iG Carros

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Honda City 2022. Foto: Divulgação

Como se não bastasse, ainda traz assistente de estabilidade e tração , assistente de partida em rampa, sistema de luzes de emergência, seis airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), estrutura de deformação progressiva ACE, ISOFIX, alerta de baixa pressão dos pneus, câmera de ré multivisão , assistente para redução de ponto cego, por meio de uma câmera no espelho retrovisor do lado do passageiro, entre outros.

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A paleta de cores é variada. Tem seis opções: Branco Tafetá (pintura sólida); Azul Cósmico, Prata Platinum e Cinza Barium (metálicas); e Branco Topázio e Preto Cristal (perolizadas). Exclusivamente na versão Touring , nas cores Branco Topázio, Cinza Barium e Azul Cósmico, o interior é em couro claro. Para as demais cores, o couro é preto.

Conclusão

Que salto a Honda deu com o novo City. O carro amadureceu em praticamente tudo, quando comparado ao modelo anterior. Evoluiu de tal forma que, a presença ou ausência do Civic no catálogo, deixa de ser algo tão relevante para os consumidores desse segmento e suas necessidades.

A aceleração até 100 km/h do City é a mesma do Civic 2.0 (10,9 segundos), bem como ele é mais econômico quando comparado com o ”irmão maior” (que faz 10,5 km/l de gasolina na cidade e 13 km/l na estrada, segundo o Inmetro). O aproveitamento de espaço da novidade é superior, ainda que tenha menores dimensões de carroceria que o Civic.

Além disso, se fossemos supor um aumento de preços para o Civic da linha 2022 (que não existiu), provavelmente a versão de entrada LX seria tabelada muito próximo do Novo City Touring , uma vez que o Civic partia de R$ 117.900 na linha 2021.

Se o cenário fosse esse, não faria muito sentido escolher o Civic LX , um carro muito menos equipado do que o “irmão menor” na configuração testada. O mercado acaba de ganhar um forte competidor.

Ficha técnica Honda City Touring:

Preço: R$ 127.700

Motor: 1.5 DOCH VTEC, flex, dianteiro, transversal, 4 cilindros em linha; injeção direta, 126 cv a 6.200 rpm, 15.8/15,5 kgfm a 4.600 rpm

Câmbio: CVT, sete marchas simuladas, tração dianteira

Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira)

Direção: elétrica

Rodas e pneus: liga leve, 185/55 R16

Dimensões: comprimento, 454,9 cm; largura, 174,8 cm; altura, 147,7 cm; entre-eixos, 260 cm; peso, 1.160 kg; tanque, 44 l; porta-malas, 519 l

Fonte: IG CARROS

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CARROS E MOTOS

Mustang Shelby GT350 1965 parado por décadas é achado em casa nos EUA

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Mustang Shelby GT350 1965: raridade encontrada em celeiro logo será restaurada e vendida por uma pequena fortuna nos EUA
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Mustang Shelby GT350 1965: raridade encontrada em celeiro logo será restaurada e vendida por uma pequena fortuna nos EUA

Um carro antigo abandonado em um celeiro não é lá muita novidade nos EUA, ainda mais por se tratar do Ford Mustang, um dos pony-cars mais populares daquele país, porém se for um Shelby GT350 de 1965, considerado um dos mais raros do mercado, a ‘coisa muda de figura’.

Contabilizando só 562 unidades feitas, o Shelby GT350 de 1965 aponta surpreendentes 46.671 km e foi descoberto em um celeiro abandonado no final de 2021 e só tirado neste ano com a aparência até que condizente,levando em conta o tempo que ficou ‘hibernado’.

Pelas imagens, é possível ver que o Shelby parece estar em boas condições. A pintura descascou e há ferrugem na superfície da maioria dos painéis da carroceria, mas o carro está inteiro e parece estar completo.

Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

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Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

Mustang Shelby GT350 1965 . Foto: Reprodução

O bom e velho motor V8 289 parece que “já falou mais alto’, mas em breve deve passar por uma completa revisão para reanimar os 306 cv, mas com uma equipe profissional e experiente, espera-se que logo esta lenda volte a brilhar pelas estradas norte-americanas.

Segundo o site norte-americano Autoevolution , “não há informações de como este GT350 acabou passando décadas nesta garagem. Da mesma forma, não há nada sobre quando e por que esta casa foi abandonada com um carro tão valioso dentro”.

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Seja como for, trata-se de um modelo original conforme o canal “American Mustangs” do YouTube e seu novo dono levou cerca de dois meses para fechar um acordo para o GT350. Veja um vídeo do carro já em pleno funcionamento.

O Shelby GT 350

Ford Mustang Shelby: esportivo americano é um dos mais cobiçados dos EUA até os dias atuais
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Ford Mustang Shelby: esportivo americano é um dos mais cobiçados dos EUA até os dias atuais

O GT350 de 1965 foi a primeira colaboração da Ford com Carroll Shelby . Essencialmente um Ford Mustang preparado para pista, o GT350 de 1965 veio com um 289 V8 reforçado bom para 306 cv de potência .

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Todos os carros foram acabados em Wimbledon White com listras Guardsman Blue e a maioria apresentava saídas de escape laterais. Shelby montou 562 carros, 37 dos quais eram carros de corrida GT350R completos.

Hoje um Ford Mustang Shelby GT 350 1965 está avaliado, em aproximadamente, US$ 300.000, ou cerca de R$ 1.660.290 . Já no caso de modelos de concurso, o valor pode ultrapassar os US$ 600.000 , ou a quantia de, incríveis R$ 3.320.580 .

Fonte: IG CARROS

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