Opinião

O banho interior

Escolhas e consequências são os mecanismos da lei da ação e reação que perpassa toda a existência humana. O ato de obrar é um apostolado por si só e cabe a cada um dignificá-lo de modo a pavimentar a sua avenida de ascensão.

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Paulo Hayashi Jr. é Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.

Há situações que nos desanimam e nos levam para baixo. Uma conversa menos digna, um comentário maldoso, uma observação imprópria. Há indivíduos e indivíduos e muitos preferem à estagnação pessoal do que a mudança que oferece a constatação dos equívocos pessoais e das decisões passadas menos dignas. Mais do que progredir, eles preferem não dar o braço a torcer. Infelizmente o orgulho e a vaidade ferida representam, para muitos, pior castigo e prisão possível.

Para o discípulo de Jesus Cristo é essencial aprender a perdoar, a ter paciência e amar as pessoas e o trabalho que dignifica. Apesar de o mundo ser repleto de livre arbítrio, também é de responsabilidades e merecimentos. Cada decisão representa assumir a colheita futura, tal como mecanismo de constatação do progresso das ações humanas. Caso contrário, não haveria incentivos à maturidade e as escolhas levianas ou impensadas não gerariam resultados.

Escolhas e consequências são os mecanismos da lei da ação e reação que perpassa toda a existência humana. O ato de obrar é um apostolado por si só e cabe a cada um dignificá-lo de modo a pavimentar a sua avenida de ascensão. Mais do que aleatoriedades e acasos, a maturidade para saber de seu papel e responsabilidade em sua própria felicidade e progresso. Banhar-se interiormente com a fé e a esperança para suportar e superar as dificuldades exteriores significa mais do que meras aparências. Pelas lágrimas, pelo amor e pelo trabalho transmutamos a nossa carne para à luz de Deus.

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Paulo Hayashi Jr. é Doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.

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ARTIGO

Cavalo caramelo, a força vinda de um exemplo!

Tudo foi muito triste, incompreensível para acreditar, difícil de aceitar e muito complicado para pensar em um recomeço de vida pessoal, social e familiar, dado que faz parte das nossas vidas particulares e familiares os nossos pertences privados e bens imateriais bem como os nossos haveres domésticos que nos permite reverenciar, de forma viva as  nossas lembranças, memórias e tudo aquilo que dá sentido as nossas vidas em seu sentido mais pleno e que, na falta deles, as nossas vidas se esvaem no vazio da tristeza e da falta de horizonte para estabelecer um recomeço.

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Cícero Carlos Maia é professor

Este ano, nós Brasil, fomos sacudidos pela natureza como jamais o fôramos antes por uma intempérie que foi a intensidade da fúria com que o volume das águas, vinda por meio de chuvas intensas como qual, jamais havíamos visto em lugar nenhum do interior do nosso país, em especial do Estado o Rio Grande do Sul.

Tudo foi muito triste, incompreensível para acreditar, difícil de aceitar e muito complicado para pensar em um recomeço de vida pessoal, social e familiar, dado que faz parte das nossas vidas particulares e familiares os nossos pertences privados e bens imateriais bem como os nossos haveres domésticos que nos permite reverenciar, de forma viva as  nossas lembranças, memórias e tudo aquilo que dá sentido as nossas vidas em seu sentido mais pleno e que, na falta deles, as nossas vidas se esvaem no vazio da tristeza e da falta de horizonte para estabelecer um recomeço.

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Por mais que quiséssemos achar um culpado, muitas vezes o grande culpado está a milhares de quilômetros de nós, de tal sorte que não temos como lhe imputar a culpa de forma objetiva dado que vivemos em um mundo globalizado onde as consequências de ações perversas, em nome seja lá do que for, são atitudes etéreas que não há como culpar um culpado que pudesse assumir a culpa pelo ocorrido no nosso Rio Grande do Sul!

Em meio aquele verdadeiro festival de tristeza, muitos fatos e desempenhos chamaram a atenção,  em especial o vindo de um ser que nos deu o maior e melhor de todos os exemplos que foi o patrocinado pelo cavalo Caramelo, que ficou ilhado no telhado de um domicílio completamente tomada pela fúria das águas e que no alto do seu racionalismo de ser vivo, compreendeu que o melhor para ele, naquele momento, era o de se manter impávido  sem demonstrar medo, abatimento, mas se manter silenciosamente corajoso e destemido e conseguiu manter a tranquilidade na confiante certeza de que aquele infortúnio, como tudo na vida, iria passar e, quando isso acontecesse ele poderia voltar a sua vida normal e continuaria o seu quotidiano sem os estardalhaços que nós humanos, ditos racionais somos habituados a fazer em casos cujas ações não nos exigem outra atitude que não seja ter calma e nos agarrarmos aos valores que temos, por mais ralos que eles possam parecer.

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Outro fato que chamou, elogiosamente, a atenção foi a força vinda do coletivo, que dizia implícita e explicitamente, quando estamos juntos, nada nos abala.

Cícero Carlos Maia é professor – artigosbsb@gmail.com

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