Pandemia fez acelerar a venda de motos no mundo

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Apenas em agosto, a venda de motos avançou 29% na comparação com o mês anterior, conforme estudo da consultoria MotorCyclesData


A pandemia do novo coronavírus parece ter servido de impulso em todo o mundo para que muita gente adotasse o estilo de vida sobre duas rodas.


Na Europa, um levantamento realizado pela consultoria MotorCyclesData apontou que só em agosto a venda de motos avançou 29% na comparação com o mês anterior.

Isso contribuiu de maneira decisiva para um volume de 1.057.945 emplacamentos de motos no acumulado de 2020, anulando a retração do período de março a maior e praticamente igualando o desempenho do setor com o do mesmo período de 2019.

De acordo com a consultoria, esse volume é resultado direto do relaxamento das medidas de isolamento estabelecidas pelos países europeus, que geraram um aumento no continente pela procura de meios de transportes individuais .

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No Brasil

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Vendas de motos no Brasil ainda estão 20,8% abaixo do constatado em 2019, mas mercado segue em recuperação


Presidente da Abraciclo , associação que reúne os fabricantes de motocicletas no Brasil, Marcos Fermanian destaca que esse mesmo fator também ajuda a explicar o desempenho do setor no País.

Embora o patamar de vendas de motocicletas no acumulado de 2020 ainda esteja 20,8% abaixo do mesmo período do ano passado, o volume isolado de vendas em setembro (99.002 emplacamentos), segundo a Fenabrave, foi 13,6% maior do que o do mesmo mês de 2019.

Junto com os comerciais leves, as motos foram os únicos veículos que fecharam no azul o comparativo de vendas entre setembro deste ano e o mesmo mês de 2019. O que aponta que, no mercado brasileiro, a importância do fator geração de renda junto com a troca dos transportes coletivos por individuais.

Uma pesquisa recente da empresa de inteligência mobile RankMyAPP, apontou o crescimento de 300% no número de downloads de aplicativos de delivery voltados ao trabalho somente no mês de março, logo no início da pandemia no Brasil.

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“Hoje a motocicleta é indicada para evitar a aglomeração natural no transporte público, representando um meio de transporte ágil, econômico e de baixo custo de manutenção. Também passou a ser um instrumento de trabalho e fonte de renda para as pessoas que passaram a atuar nos serviços de entrega”, destacou Fermanian em nota divulgada pela Abraciclo.

Fonte: IG CARROS

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CARROS E MOTOS

Royal Enfield Himalayan 2021 estreia com algumas melhorias

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Royal Enfield Himalayan 2021
Nelson Pituco

Royal Enfield Himalayan 2021: versátil também no uso urbano, segundo as impressões que tivemos no dia a dia


O que a Royal Enfield Himalayan 2021 tem de diferente da versão anterior, que foi lançada aqui há quase dois anos, pode ser listado em poucas linhas. Só que, conforme conta o fabricante, eram mesmo poucos itens que poderiam ser melhorados, a maioria deles sugeridos pelos próprios usuários do modelo.


Isso corrobora o fato de que aqueles que buscaram uma motocicleta robusta e acessível, sem as modernidades visuais e com um look de bigtrail dos anos 80, estão satisfeitos com a escolha pela  Royal Enfield Himalayan .

Mecanicamente, a Himalayan 2021 permanece a mesma, com sua versatilidade em estradas de asfalto e fora dela já demonstrada na ocasião de seu lançamento (veja aqui) , e agora foi a vez de passar uma semana com a nova versão apenas em uso urbano, o que, mais uma vez comprovou a sua versatilidade.

Royal Enfield Himalayan
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As três novas cores da Royal Enfield Himalayan


Sem ser muito grande nem muito pequena, nem muito pesada, a Himalayan é uma boa pedida para o dia a dia, com grandes possibilidades também para o lazer nos fins de semana, no asfalto ou na terra. Principalmente na terra.

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As novas cores são o que mais se destacam na Himalayan 2021. O branco e o preto, que dão um aspecto neutro para a motocicleta, continuam, mas as cores vermelha e azul proporcionam um visual mais alegre e jovial ao modelo. Alguns consideram, no entanto, que a Himalayan cinza, também uma nova cor, é a mais bonita.

O que a Himalayan 2021 traz de novidades, além das cores, é a possibilidade de desligamento do sistema antibloqueio ABS na roda traseira, por um botão no painel (com esse controle eletrônico desligado é mais fácil controlar a moto em uma trilha), um descanso lateral mais inclinado, permitindo estacionar a motocicleta de forma mais segura em pisos não planos.

Painel legalzinho com relógios analógicos e uma bússola
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Painel legalzinho com relógios analógicos e uma bússola


Outra novidade é e a introdução do pisca-alerta. Só que esse item de segurança só pode ser acionado com a ignição ligada, o que inviabiliza deixar a motocicleta com a luz de emergência ligada enquanto se busca ajuda, no caso de pane.

A Royal Enfield Himalayan tem alguns pequenos detalhes bem interessantes, como o cavalete central (que toda trail deveria ter também) e a bússola no painel, que, por sinal, é bonito e bem recheado de funções. Pena que embaçou depois de uma chuva forte.

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O acréscimo de preço da nova Royal Enfield Himalayan em relação à versão anterior é de apenas R$ 400 (a 2020 custa R$ 18.990, o mesmo valor desde o lançamento, dois anos atrás). Já a linha 2021 do modelo custa R$ 19.390.

Fonte: IG CARROS

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