PF desarticula quadrilha especializada em lavagem de dinheiro

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A repressão de organização criminosa envolvida na prática de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro é o objetivo da 3ª fase da Operação Alcatraz, batizada de Operação Obstrução, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. 

Na ação a Justiça Federal de Florianópolis expediu cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, dentre outras medidas cautelares. Os mandados foram cumpridos nesta quinta-feira (14) em Florianópolis e no município catarinense de São José.

O inquérito policial começou após a apreensão de bens, documentos e equipamentos eletrônicos na casa de um dos investigados por outra operação, a Hemorragia. Foram identificados fortes indícios de que o investigado continuava envolvido em crimes, especialmente lavagem de dinheiro. 

Ainda segundo a Polícia Federal, durante as investigações, foi constatado que, apesar de preso desde a primeira fase da operação, o indiciado, com auxílio de sua esposa, teria quitado de forma suspeita despesas elevadas em dinheiro e por meio de cheque de terceiro.

Ele também teria ocultado a propriedade de um carro que estava registrado no nome do pai dele. Também foram apontadas evidências de que o indiciado, que não teve a identidade revelada, havia descumprido condição estabelecida para o cumprimento temporário da prisão em sua residência, vindo a manter contato com outro investigado.

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“Em exames periciais realizados em aparelhos telefônicos apreendidos, foram localizadas conversas que demonstram que os investigados contavam com o auxílio externo para busca de valores com terceiros para quitação de dívidas, inclusive citando-se a prática de atos de constrangimento na tentativa de levantamento de valores”, detalhou a PF em nota.

Os investigados poderão responder, dentre outros, por crimes previstos na Lei de Lavagem de Dinheiro e na Lei de Organizações Criminosas.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Geral

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Navio-veleiro Cisne-Branco da Marinha se choca contra ponte no Equador

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O navio-veleiro da Marinha do Brasil conhecido como Cisne-Branco colidiu com uma ponte de pedestres, que conecta a cidade Guayaquil à Ilha de Santay, no Equador. A ponte se estende sobre o Rio Guayas, que liga a maior cidade equatoriana ao mar e abriga o principal porto do país. O acidente ocorreu nesta segunda-feira (18), por volta das 12h30, horário local (14h30 pelo horário de Brasília). 

Após o choque à ponte, um rebocador local, que apoiava o navio na manobra, acabou adernando e emborcou no local. 

Segundo a Marinha do Brasil e a Marinha do Equador, houve danos materiais, mas nenhuma pessoa se feriu.  

“No momento, o Navio-Veleiro Cisne Branco encontra-se fundeado em segurança, aguardando disponibilidade de cais para atracação em Guayaquil, onde serão avaliadas as condições de material, mais detalhadamente. A Marinha do Equador, bem como autoridades locais, vêm prestando total apoio ao nosso Cisne Branco”, informou a Marinha, em nota.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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