Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú terá novo regulamento

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Raid Pedra do Baú Campos do Jordão, ocorrida em 2021.
Guazzi Images/MG Club do Brasil

Raid Pedra do Baú Campos do Jordão, ocorrida em 2021.

Está tudo pronto para o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú, 108º raid organizado pelo MG Club do Brasil para carros clássicos. O passeio cronometrado que encerra o calendário de eventos do MG Club do Brasil em 2022 acontecerá de 2 a 4 de dezembro e terá um raid noturno na sexta-feira (2) e um diurno no sábado (3), com o último dia sendo de programação livre.

Como todos os eventos promovidos pelo MG Club do Brasil, o Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú é um encontro amigável, no qual a competição de regularidade é apenas um dos elementos de interesse. Várias duplas de piloto e navegador são compostas por pessoas da mesma família.

O raid é aberto a carros fabricados até 1999, importados ou nacionais. Automóveis produzidos de 2000 em diante participam na categoria Turismo como “hors concours”, não se integrando à classificação geral do evento. As principais mudanças no regulamento dizem respeito à separação dos concorrentes em duas categorias. Na Rally Clássico, a navegação deve ser feita somente com instrumentos como cronômetro e calculadora de quatro operações, cronômetro de mão (digital ou analógico), hodômetro e velocímetro originais do automóvel. São vedados auxílios de celular ou tablet, sob pena de desclassificação. Na Rally Livre, é permitido o uso de celular e tablet com aplicativos tipo GPS e planilhas digitais.

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As duplas perdem um ponto para cada segundo adiantado ou atrasado nos postos de controle em relação ao tempo previsto no roteiro dos passeios, ou 600 pontos por posto de controle que não registre passagem do concorrente. Todas as duplas descartam o equivalente a 10% do número de postos de controle pelos quais passarem com os maiores atrasos. À pontuação final é acrescido o handicap, que vai de 0% para carros feitos até 1950 com motor de até 1.300 cm³ a 90% para modelos de 1993 a 1999 com motores acima de 1.901 cm³.

Novo handicap

A mudança de handicap é uma das novidades do regulamento do MG Club do Brasil deste ano. Em 2021, ele levava em conta unicamente a época em que o carro foi fabricado. Nesta edição do Raid Campos do Jordão – Pedra do Baú, o regulamento volta a incluir também o handicap de cilindrada: zero para carros com motor até 1.300 cm³, 10% para carros com motor de 1.301 a 1.900 cm³ e 20% se o motor tiver mais de 1.901 cm³. O handicap por fase de fabricação permanece inalterado: veículos até 1950, handicap zero; de 1951 a 1957, 15%; de 1958 a 1964, 20%; de 1965 a 1971, 25%; de 1972 a 1978, 30%; de 1979 a 1985, 40%; de 1986 a 1992, 55%; de 1993 a 1999, 70%. Isso significa que o handicap a ser aplicado varia de zero (veículo até 1950 com motor até 1.300 cm³) a 90% (veículo de 1993 a 1999 com motor acima de 1.901 cm³). Um exemplo prático: se uma dupla perder 100 pontos na estrada e seu carro tiver handicap de 40% (fabricação+cilindrada), terá atribuídos 140 pontos no resultado final.  

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Para mais informações sobre o Rallye de Campos do Jordão, acesse  mgcbr.com.br

Fonte: IG CARROS

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Diesel para que? Nova Toyota Hilux irá ganhar motorização híbrida

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Toyota Hilux passou por facelift em 2020, e nova geração deve chegar em meados de 2026 nos mercados  asiáticos.
Divulgação/Toyota

Toyota Hilux passou por facelift em 2020, e nova geração deve chegar em meados de 2026 nos mercados asiáticos.

A Toyota é mundialmente famosa por conta de seus veículos robustos , um time que inclui o Corolla , o  Prius , o primeiro híbrido comercializado em massa no mundo, e a  Hilux , uma das picapes de maior sucesso no mundo, e que irá ganhar uma versão eletrificada, mas só no fim da década.

Segundo o chefe do departamento de marketing e vendas da Toyota australiana, Sean Hanley, a Hilux terá alguma forma de eletrificação no futuro, e a marca estuda motores elétricos , híbridos e até mesmo o uso de hidrogênio , tecnologia que a Toyota também tem contato .

No fim do ano passado, na Tailândia, a Toyota mostrou um conceito de Hilux exclusivamente elétrica , junto com um utilitário menor ,  e no Reino Unido, foi a vez de um exemplar movido a hidrogênio dar as caras.

Hilux Revo BEV não teve detalhes de baterias e motorização revelados, sabe-se apenas que é elétrico.
Divulgação/Toyota

Hilux Revo BEV não teve detalhes de baterias e motorização revelados, sabe-se apenas que é elétrico.

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As informações da mídia australiana dizem que a fabricante estuda motorizações híbridas com gasolina ou até mesmo diesel, tanto para a Hilux quanto para o  Land Cruiser, jipão que é a versão moderna do nosso antigo Bandeirante

“Consideramos todas as tecnologias para a Hilux. Obviamente a híbrida é a solução mais fácil para nós , pois já trabalhamos com ela em outros carros, mas não descartamos outras opções que podem se encaixar melhor no projeto”, afirmou Hanley.

“Eu não posso confirmar nem negar nada para a atual Hilux, mas eu não posso desconsiderar nenhuma tecnologia para o futuro, já que a eletrificação vem acontecendo rapidamente. Estamos sempre buscando formas de melhorar a Hilux”, concluiu o executivo.

No Brasil, nenhuma picape de volume é oferecida com motorização híbrida , a Maverick deve ser a primeira a chegar com essa motorização, apesar de não concorrer com a Hilux.

A picape  GWM Poer deve chegar no Brasil em 2024, mas ainda não tem confirmação de qual motorização será oferecida. Por se tratar de um representante chinês, país onde a eletrificação é muito forte, essa motorização híbrida e até mesmo uma  100% elétrica não é descartada, o que poderia fazer a Toyota acelerar o desenvolvimento de uma Hilux desse tipo.

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Fonte: IG CARROS

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