Rio de Janeiro vacina grupos prioritários de 30 a 39 anos contra gripe

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O município do Rio de Janeiro vacina esta semana contra a gripe pessoas de 30 a 39 anos de idade que pertençam a grupos prioritários. Esta é a penúltima semana da campanha de vacinação, que se encerra no dia 3 de junho.

Além do público-alvo da semana de 23 a 28 de maio, os postos de saúde estão vacinando também os alvos das semanas anteriores, ou seja, os grupos prioritários com 40 anos de idade ou mais, os idosos a partir de 60 anos, gestantes, puérperas e crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias.

Na última semana da campanha, de 30 de maio a 3 de junho, serão imunizados grupos prioritários de 5 a 29 anos de idade, além de todos os outros públicos-alvos.

São considerados grupos prioritários trabalhadores da saúde, comunidades indígenas, pessoas com deficiência permanente (PcD), pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, trabalhadores da educação, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade, forças de segurança e salvamento, forças armadas, trabalhadores portuários, trabalhadores de transporte rodoviário de passageiros urbano e de longo curso e caminhoneiros.

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Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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SAÚDE

Anvisa prorroga importação de imunoglobulina humana

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Diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovaram, hoje (30), a extensão do prazo de validade da resolução da própria agência que autoriza a importação e o uso de imunoglobulina humana sem registro no Brasil.

Publicada no fim de setembro de 2021, no contexto de crise sanitária decorrente da pandemia da covid-19 e do consequente risco de falta do produto, a resolução da diretoria colegiada (RDC) 563 tinha validade inicial prevista até 31 de dezembro do ano passado.

Em 30 de março, os diretores da agência aprovaram a primeira prorrogação das regras, estendendo a vigência da resolução até hoje. Com esta segunda prorrogação, a importação excepcional e temporária de imunoglobulina humana sem registro no Brasil seguirão em vigor até o próximo dia 31 de julho.

Segundo a Anvisa, a ampliação da possibilidade de importação excepcional por mais 30 dias é uma tentativa de assegurar o abastecimento do produto no mercado nacional, equacionando “distorções do mercado”. A expectativa é que a produção e a distribuição do produto alcance se regulariza a partir do ajuste dos preços, por meio da disponibilização de produtos registrados no país.

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Para os diretores da agência, os fatores que geraram o risco de desabastecimento do produto, motivando a edição e as respectivas prorrogações da RDC 563, permanecem inalterados, mas já há perspectivas de restabelecimento da oferta dos produtos registrados, motivada principalmente por uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que, no começo deste mês, liberou os produtores de vários medicamentos com risco de desabastecimento no território nacional da obrigatória observância dos critérios de preço. Ainda assim, a Anvisa acredita que a medida não terá impacto imediato, sendo necessário ampliar a possibilidade de importação excepcional por mais 30 dias.

Durante a reunião extraordinária da diretoria colegiada, nesta manhã, o relator da matéria, Alex Campos, destacou que a importação de medicamentos sem registro não é uma situação desejável, mas um recurso do qual o Poder Público pode lançar mão para reduzir o risco de produtos essenciais.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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