Toyota celebra sucesso de híbridos no Brasil e pensa em novo modelo

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Toyota Corolla é o carro híbrido mais vendido do país desde sua chegada
Carlos Guimarães/iG

Toyota Corolla é o carro híbrido mais vendido do país desde sua chegada

Próximo de completar quatro anos de comercialização da versão híbrida do Corolla , a Toyota afirma ter comercializado mais de 60 mil automóveis com a tecnologia híbrida flex no Brasil. Uma das pioneiras a oferecer a tecnologia híbrida no mundo, a Toyota foi a primeira fabricante a disponibilizar um veículo híbrido com a tecnologia flex para o público brasileiro.

Segundo a Toyota, seus 60 mil híbridos vendidos correspondem a 16 mil toneladas de CO2 que deixaram de ser lançadas na atmosfera , o que equivale ao plantio de 2,2 milhões de árvores .

A tecnologia utiliza três motores : um a combustão e dois elétricos. Um dos propulsores elétricos atua como gerador de energia para a bateria, convertendo energia dissipada dos freios em energia para ser armazenada . Esse motor também entra em funcionamento quando o motor a combustão passa a fornecer energia para o sistema ou quando o condutor tira o pé do acelerador.

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O segundo motor elétrico é responsável por fornecer energia diretamente para as rodas dos modelos, proporcionando rodar de forma silenciosa e sem gastar combustível, mas, somente em velocidades baixas. Esse motor ainda auxilia o propulsor flex em situações específicas como ultrapassagens, por exemplo.

Segundo a Toyota, o Corolla sedã com motorização híbrida flex já foi responsável por 32 mil unidades comercializadas desde 2019, enquanto o Corolla Cross , lançado em 2021, já emplacou quase 30 mil unidades. Ambos os modelos são produzidos no Brasil, o sedã em Indaiatuba/SP e o SUV em Sorocaba/SP.

Toyota Yaris Cross apresenta similaridades visuais com o RAV4
Reprodução

Toyota Yaris Cross apresenta similaridades visuais com o RAV4

Além dos dois modelos, a Toyota do Brasil ainda estuda a fabricação de um terceiro modelo híbrido flex. Em abril, a marca anunciou o investimento de R$ 1,7 bilhão na planta de Sorocaba para a produção de um “ compacto híbrido flex ”.

O novo modelo ainda não foi confirmado pela Toyota, mas espera-se que seja o Yaris Cross , revelado oficialmente em maio. Oficialmente, o que se sabe é que a novidade será fabricada junto do Corolla sedã em Indaiatuba.

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A picape Hilux , principal produto da Toyota no Brasil em termos de volume, também ganhará uma versão híbrida em breve , fontes afirmam que o modelo será revelado ainda este ano, mas a motorização não deve chegar ao Brasil antes de 2025.

Fonte: Carros

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Fomos à Serra Gaúcha conferir um Rally de motonetas clássicas

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Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero
Divulgação

Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero

Neste último fim de semana fui até o Rio Grande do Sul acompanhar a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica , promovido pela Federação Brasileira de Veículos Antigos – FBVA. A etapa chama-se Rally dos Vinhedos e é organizada pelo Veteran Car Club dos Vinhedos , sediado no município de Bento Gonçalves , na Serra Gaúcha.

Só o fato de estar em uma região tão bela, tão bem dotada pela natureza, já vale qualquer dificuldade em chegar, visto que fica no extremo sul do país, região que é bem conhecida pelas baixas temperaturas , especialmente no inverno. Mas é justamente isso que faz do lugar um destino tão desejado.

O Rally dos Vinhedos está comemorando sua décima edição, reunindo 129 veículos antigos e clássicos para um passeio cronometrado pelas estradas da região, passando por municípios como Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa, Pinto Bandeira e Santa Tereza. O mais interessante foi a participação de 13 intrépidos pilotos de motonetas clássicas , que enfrentaram a temperatura de quase zero grau no momento da largada.

As motonetas cruzaram alguns centros urbanos durante o percurso
Divulgação

As motonetas cruzaram alguns centros urbanos durante o percurso

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E mais, diferentemente dos automóveis, que têm um piloto e um navegador, que além de lhe fornecer a velocidade ideal para cada trecho também indica o caminho a ser seguido, no scooter o piloto faz sozinho todos os trabalhos.

Claro, sendo um rally de veículos antigos , essas motonetas, que atualmente são conhecidas por scooters , são de época, de um tempo quando ainda não tinham esse apelido.

Dos 13 participantes, 11 deles pilotavam Vespa nacionais dos anos 80, que eram fabricadas em Manaus, AM, pela Piaggio . Os outros dois pilotavam Lambretta Li 150 , fabricadas nos anos 60. Vespa e Lambretta eram (e são) eternos rivais nesse segmento dos veículos de duas rodas.

Um rally de regularidade , que também pode ser chamado de passeio cronometrado, avalia a capacidade do piloto em manter as médias de velocidade pré-estabelecidas, que figuram na planilha com o roteiro. Quanto mais próximo o tempo de passagem pelos vários pontos de controle distribuídos pelo percurso, menos pontos o participante perde. No final, quem perder menos pontos, de acordo com um regulamento complexo, vence a prova.

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Entre as motonetas, o vencedor foi André Sain, de Bento Gonçalves, pilotando (e navegando) a Vespa PX 200 1986 de número 21. André teve 78 pontos perdidos nessa etapa.

O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986
Divulgação

O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986

Em segundo lugar chegou Daniel Orso, também de Bento Gonçalves, com a Vespa PX 200 Elestart 1987 de número 24, com 84 pontos perdidos. Em terceiro lugar ficou Rodrigo Nenini, de Garibaldi, com a Vespa PX 200 1986 de número 22, com 123 pontos perdidos.

Fonte: Carros

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