Toyota Corolla esportivo será limitado a 300 unidades no Brasil

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Toyota Corolla está mais potente do que nunca e traz expertise da Toyota no mundial de Rally para as ruas
Reprodução/Toyota

Toyota Corolla está mais potente do que nunca e traz expertise da Toyota no mundial de Rally para as ruas

A tão aguardada chegada do Toyota GR Corolla está cada vez mais perto, apesar de ainda não ter sido confirmada pela Toyota . O que se sabe é que o modelo será oferecido por aqui, mas os colegas da versão argentina do portal  Motor1.com descobriram que chegarão apenas 300 unidades ao mercado brasileiro .

Durante a apresentação da Hilux GR-Sport , a equipe do portal argentino entrevistou Daniel Herrero , responsável pela divisão esportiva Gazoo Racing da Toyota na América so Sul. Durante a entrevista, o executivo revelou detalhes sobre a situação do GR Corolla e também do GR Yaris .

De acordo com Herrero, as conversas se iniciaram com o lançamento do GR Yaris , derivado do hatchback que compete no campeonato mundial de rally. No lançamento do veículo, a Toyota da Argentina se interessou por 300 das 25 mil unidades produzidas do modelo, enquanto a filial brasileira não quis nenhuma.

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O problema é que o Yaris foi um sucesso global, o que motivou a empresa a ir além e criar uma versão do Corolla preparada pela Gazoo Racing , e que acabou sendo destinado para países que não venderam o GR Yaris . Além do Brasil, os Estados Unidos são um exemplo.

Pela primeira vez uma carroceria hatch do Corolla será oferecida no Brasil. Por aqui, só tivemos versões sedan e perua
Reprodução/Toyota

Pela primeira vez uma carroceria hatch do Corolla será oferecida no Brasil. Por aqui, só tivemos versões sedan e perua

O GR Corolla conta com o mesmo propulsor G16E-GTS do Yaris, ou seja, o 1.6 turbo de 304 cv de potência (43 cv a mais que o Yaris) e torque entre 37,7 e 40,8 kgfm, dependendo da versão. Assim como no Yaris, o câmbio é manual de seis velocidades e a tração é integral.

“A data exata [de chegada] e o preço ainda não foram definidos, mas esperamos que as primeiras unidades cheguem no final deste ano. Haverá dois níveis de acabamento, incluindo uma ‘Circuit Edition’ com todos os equipamentos opcionais”.

O que se sabe é que a versão “básica” do GR Corolla contará com bancos esportivos (com desenho que lembram os modelos concha) e três opções de cores: Preta, Branca e Vermelha. Nos Estados Unidos há a opção de pacote de climas frios que adiciona aquecedor para bancos e volantes e de tecnologia, que acrescenta navegador com GPS, sistema de som aprimorado e carregador sem fio para celular.

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A versão Circuit Edition , apresenta itens visuais mais exóticos como aerofólio , teto em fibra de carbono , sistema de som premium e os opcionais da versão anterior, além disso, o diferencial nessa opção é blocante para os dois eixos.

Desenho do interior até lembra o do Corolla oferecido no Brasil, mas volante, cluster e bancos são completamente diferentes
Reprodução/Toyota

Desenho do interior até lembra o do Corolla oferecido no Brasil, mas volante, cluster e bancos são completamente diferentes

Já a topo de linha é a Morizo Edition , batizada em homenagem ao ex-CEO da Toyota, Akio Toyoda, que participava de competições utilizando o codinome “Morizo”. 

Essa variante mais esportiva é focada no desempenho em pista, e pensando em reduzir peso, remove itens não essenciais no uso severo como limpador traseiro , alto-falantes , bancos traseiros e os controles de vidros para as portas de trás, também capacidade extra para carregar pneus até a pista, já que só ofere dois bancos.

O mercado brasileiro de esportivos também irá ganhar um concorrente de peso para o GR Corolla , o  Honda Civic Type-R que está sendo aguardado por aqui também e chegará somente na configuração hatchback.

Fonte: IG CARROS

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CARROS E MOTOS

Fomos à Serra Gaúcha conferir um Rally de motonetas clássicas

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Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero
Divulgação

Ainda bem cedo, os competidores se dirigem à largada. A temperatura esteve próxima do zero

Neste último fim de semana fui até o Rio Grande do Sul acompanhar a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally de Regularidade Histórica , promovido pela Federação Brasileira de Veículos Antigos – FBVA. A etapa chama-se Rally dos Vinhedos e é organizada pelo Veteran Car Club dos Vinhedos , sediado no município de Bento Gonçalves , na Serra Gaúcha.

Só o fato de estar em uma região tão bela, tão bem dotada pela natureza, já vale qualquer dificuldade em chegar, visto que fica no extremo sul do país, região que é bem conhecida pelas baixas temperaturas , especialmente no inverno. Mas é justamente isso que faz do lugar um destino tão desejado.

O Rally dos Vinhedos está comemorando sua décima edição, reunindo 129 veículos antigos e clássicos para um passeio cronometrado pelas estradas da região, passando por municípios como Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa, Pinto Bandeira e Santa Tereza. O mais interessante foi a participação de 13 intrépidos pilotos de motonetas clássicas , que enfrentaram a temperatura de quase zero grau no momento da largada.

As motonetas cruzaram alguns centros urbanos durante o percurso
Divulgação

As motonetas cruzaram alguns centros urbanos durante o percurso

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E mais, diferentemente dos automóveis, que têm um piloto e um navegador, que além de lhe fornecer a velocidade ideal para cada trecho também indica o caminho a ser seguido, no scooter o piloto faz sozinho todos os trabalhos.

Claro, sendo um rally de veículos antigos , essas motonetas, que atualmente são conhecidas por scooters , são de época, de um tempo quando ainda não tinham esse apelido.

Dos 13 participantes, 11 deles pilotavam Vespa nacionais dos anos 80, que eram fabricadas em Manaus, AM, pela Piaggio . Os outros dois pilotavam Lambretta Li 150 , fabricadas nos anos 60. Vespa e Lambretta eram (e são) eternos rivais nesse segmento dos veículos de duas rodas.

Um rally de regularidade , que também pode ser chamado de passeio cronometrado, avalia a capacidade do piloto em manter as médias de velocidade pré-estabelecidas, que figuram na planilha com o roteiro. Quanto mais próximo o tempo de passagem pelos vários pontos de controle distribuídos pelo percurso, menos pontos o participante perde. No final, quem perder menos pontos, de acordo com um regulamento complexo, vence a prova.

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Entre as motonetas, o vencedor foi André Sain, de Bento Gonçalves, pilotando (e navegando) a Vespa PX 200 1986 de número 21. André teve 78 pontos perdidos nessa etapa.

O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986
Divulgação

O vencedor André Sain, com sua Vespa PX 200 1986

Em segundo lugar chegou Daniel Orso, também de Bento Gonçalves, com a Vespa PX 200 Elestart 1987 de número 24, com 84 pontos perdidos. Em terceiro lugar ficou Rodrigo Nenini, de Garibaldi, com a Vespa PX 200 1986 de número 22, com 123 pontos perdidos.

Fonte: Carros

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