Veja os 5 sedãs compactos mais fáceis e baratos de consertar

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O Centro de Experimentação e Segurança Viária (CESVI Brasil) atualiza todos os meses a tabela do índice Car Group. O órgão realiza crash-tests dianteiros e traseiros nos veículos analisados, faz os reparos e uma avaliação individual das peças envolvidas. O resultado é uma classificação baseada no índice, levando em conta os custos da reparação, o tempo de substituição do componente e a cesta básica de peças.

Dessa forma, o CESVI desenvolveu uma nota técnica para designar o índice de reparabilidade . Quanto menor a nota, mais fácil, barato e rápido é consertar o veículo. Saiba quais são os melhores sedãs compactos neste quesito.

5 – Nissan Versa V-Drive – 60 pontos

Nissan Versa V-Drive 1.0
Divulgação

Nissan Versa V-Drive é o sedã de entrada da fabricante japonesa no Brasil depois da chegada da nova geração do Versa do México

Com o lançamento da nova geração do Versa, a Nissan mudou o nome do modelo anterior para V-Drive . Segundo o CESVI, foram necessárias 17 horas para reparar completamente a dianteira e 26 horas para efetuar o conserto na traseira. O preço da cesta básica de peças é R$ 16.848.

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O Versa V-Drive tem cinco versões no Brasil: 1.0 básico (R$ 58.990), 1.6 básico (R$ 62.990), 1.6 Special Edition CVT (R$ 69.990), 1.6 CVT Plus (R$ 74.490) e 1.6 Premium CVT (R$ 79.490).

4 – Fiat Grand Siena – 48 pontos

Fiat Grand Siena Attractive 1.0
Divulgação

Fiat Grand Siena tem a proposta de ser barato e econômico para quem trabalha ao volante

Segundo o CESVI Brasil, o Fiat Grand Siena é o quarto sedã mais fácil e barato de reparar na categoria dos compactos. São necessárias 33 horas para efetuar os reparos totais da dianteira e 18 horas para consertar a traseira. A cesta básica de peças custa R$ 19.679.

O Fiat Grand Siena está disponível em quatro versões nas concessionárias da Fiat: 1.0 básico (R$ 51.290), 1.0 Attractive (R$ 52.490), 1.4 básico (R$ 55.740) e 1.4 Attractive (R$ 57.490). Desde que a Fiat lançou o Cronos, o Grand Siena foi rebaixado para sedã de entrada, atendendo motoristas de aplicativo que querem economizar.

3 – Chevrolet Onix Joy Plus – 27 pontos

Chevrolet Onix Joy Plus
Divulgação

Chevrolet Onix Joy Plus se chamava “Prisma” até o ano passado; já se acostumou com a mudança?

A medalha de prata no índice de reparabilidade dos sedãs compactos fica com o Chevrolet Onix Joy Plus . Segundo o CESVI, são necessárias 18 horas para consertar a dianteira e 26 horas para reparar a traseira. A cesta básica de peças custa R$19.629.

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Apenas duas versões estão disponíveis no Brasil: 1.0 básico (R$ 56.090) e 1.0 Black (R$ 56.890). Vale mencionar que o Chevrolet Joy Plus ainda se chamava Prisma quando foi avaliado pelo CESVI.

2 – Toyota Etios Sedan – 22 pontos

Toyota Etios Sedan
Divugalção/Toyota

Toyota Etios Sedan perdeu espaço após o lançamento do Yaris, que é maior e mais moderno

A medalha de prata vai para o Toyota Etios Sedan , de acordo com o ranking Car Group. O modelo precisa de 26 horas para ter tanto a dianteira quanto a traseira reparadas completamente. A cesta básica de peças custa R$ 13.380.

O Toyota Etios Sedan pode ser adquirido em quatro versões: 1.5 X (R$ 60.590), 1.5 X automática (R$ 66.190), 1.5 X Plus (R$ 66.790) e 1.5 X Plus automática (R$ 72.690). O sedã de entrada da Toyota perdeu espaço desde a chegada do Yaris Sedan em 2018.

1 – VW Virtus – 11 pontos

Volkswagen Virtus
Divulgação

Volkswagen Virtus foi lançado em 2018 e conquistou pelas proporções de sedã médio

O campeão do índice de reparabilidade do CESVI Brasil é o Volkswagen Virtus . Segundo o órgão de segurança, são necessárias 11 horas para consertar a dianteira e apenas 6 para efetuar os reparos na traseira. A cesta básica de peças custa R$ 13.120.

O VW Virtus tem cinco versões para o público geral: 1.6 básica (R$ 74.940), 1.6 automática (R$ 80.850), 1.0 TSI Comfortline (R$ 84.950), 1.0 TSI Highline (R$ 98.950) e 1.4 GTS (R$ 107.990).

Fonte: IG CARROS

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CARROS E MOTOS

Japão deve proibir veículos a combustão a partir de 2030

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Carro Esporte Clube

Nissan Leaf
Thiago Ventura

Dentro de 10 anos, apenas modelos elétricos como o Nissan Leaf (acima) deverão poder ser vendidos no território japonês

O Japão pode proibir a venda de veículos novos movidos a gasolina em meados da década de 2030 para privilegiar veículos híbridos ou elétricos, informou a emissora pública NHK nesta quinta-feira (3), alinhando-se a outros países e regiões que estão impondo restrições a veículos dependentes de combustíveis fósseis.

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A medida viria na esteira da promessa feita em outubro pelo primeiro-ministro, Yoshihide Suga, de fazer o Japão zerar a emissão de carbono até 2050 e tornar o país a segunda nação do G7, em pouco mais de duas semana, a estabelecer um prazo para eliminar gradualmente os veículos a gasolina.

O Ministério da Indústria japonês delineará um plano até o final do ano, disse o porta-voz chefe do governo, Katsunobu Kato , em entrevista coletiva nessa terça.

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A probabilidade de intervenções estatais para reduzir as emissões de carbono está fomentando uma corrida tecnológica entre montadoras de veículos para a construção de carros elétricos e híbridos movidos a gasolina e eletricidade, para atrair motoristas à medida que eles trocam seus modelos a gasolina, particularmente nos dois maiores mercados automobilísticos do mundo, a China e os Estados Unidos.

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As medidas, já em vigor no Japão, permitem às montadoras locais – especialmente as grandes, como a Toyota Motor Corp, que têm mais recursos para pesquisa e desenvolvimento – usar tecnologia de carros elétricos que já desenvolveram em casa.

No mês passado, o chefe de operações da Nissan Motor Co, Ashwani Gupta, disse à Reuters que sua empresa está disposta a reagir à decisão do Reino Unido, de acelerar uma data de substituição gradual de novos carros e vans a gasolina e diesel em cinco anos, ou para 2030, por isso ser parte de uma tendência global. (Agência Brasil/Reuters)

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Fonte: IG CARROS

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