Vale do São Patrício

Em São Francisco de Goiás, vereadores apresentam requerimento de CPI da Covid-19

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Os vereadores de São Francisco de Goiás, no Vale do São Patrício, André Rodrigues da Conceição (PODEMOS), Edilson das Chagas (PTB) e Enio Barbosa de Aguiar (DEM) protocolaram nesta segunda-feira (12), requerimento para abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com objetivo de apurar possíveis irregularidades e fraudes na aplicação dos recursos da Saúde em São Francisco de Goiás nos anos de 2017 a 2020, incluindo, especialmente, nesse período, os repasses financeiros recebidos pelo município para o combate da pandemia da Covid-19 e seus efeitos.

O pedido de instauração da CPI da Saúde se baseia, inicialmente, na apuração dos valores transferidos pela União para o município de São Francisco de Goiás, a título de auxílio financeiro e repasses adicionais do Ministério da Saúde, que superam a casa de 2 milhões de reais no ano de 2020.

“Atendendo aos anseios do povo franciscano, o intuito da CPI da Saúde é buscar esclarecimentos: onde foi parar esses 2 milhões de reais da Covid-19 no ano de 2020? Vamos abrir a Caixa Preta da Saúde em São Francisco. O povo quer saber”, disse o vereador André (PODEMOS).

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Preliminarmente, a CPI iria investigar somente os gastos relacionados a Covid-19, mas com vários pedidos da população e alguns indícios de irregularidades ela se estenderá na apuração da aplicação dos recursos da Saúde nos anos de 2017 até o final de 2020.

A CPI pretende investigar também possíveis irregularidades na contratação de profissionais da saúde, compra de medicamentos, existência de funcionários fantasmas, “rachadinhas”, contratos, falta de médicos no município, entre outras.

“A nossa população é carente e está cansada do descaso na Saúde. O povo está cheio de dúvidas e nós como vereadores temos o dever de apurar e fiscalizar quando for necessário. Por isso resolvemos pedir a abertura da CPI da Saúde para apurar irregularidade nos quatro últimos anos”, disse o vereador Edilson (PTB).

Além disso, os vereadores destacaram que o Município conta somente com uma Unidade de Saúde no Centro da Cidade, pois o posto de Saúde do bairro Oitavo Centenário foi entregue para o novo prefeito totalmente destruído e depredado.

“É inaceitável o que fizeram com o posto de Saúde do Oitavo Centenário. Um posto de saúde que poderia estar atendendo a comunidade foi entregue totalmente destruído. Queremos saber quem fez isso? Por que fizeram isso?” disse o vereador Enio (DEM).

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Com a instalação da CPI é pretendido convidar os antigos secretários da pasta de saúde para prestarem esclarecimentos à população, solicitar informações à autoridades, ouvir testemunhas, analisar documentos, entre outras diligências.

Os vereadores Edilson das Chagas (PTB), André Rodrigues da Conceição (PODEMOS) e Enio Barbosa de Aguiar (DEM)

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Governo de Goiás cancela temporada 2021 do Rio Araguaia

Segundo o Decreto Nº 9.862, está proibido a realização de festas em geral, caminhadas ecológicas, passeios ciclísticos, corridas, espetáculos e campeonato de pescaria

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Foi publicado pelo Governador Ronaldo Caiado, na manhã desta segunda-feira (10), o decreto que proíbe a realização de todas as atividades que impliquem em aglomeração de pessoas para o lazer e o turismo na grande região do Rio Araguaia, nela incluídos os trechos do Rio Araguaia e seus afluentes.

Pelo segundo ano consecutivo, o Governo de Goiás cancela a temporada do Araguaia, tradicional destino turístico das férias de meio de ano, para evitar a expansão da pandemia de Covid-19 no Estado

Segundo o Decreto Nº 9.862, está proibido a realização de festas em geral, caminhadas ecológicas, passeios ciclísticos, corridas e espetáculos. A medida proíbe também a instalação ou o funcionamento de estruturas temporárias ou precárias de restaurantes, bares, banheiros, pontos de apoio e quaisquer suportes de atendimento a turistas e usuários em praias, beiras de rios e cachoeiras.

A realização de campeonatos de pescaria ou competições que envolvam esportes náuticos também estão proibidas, ficando autorizada apenas a pesca de subsistência realizada por ribeirinhos e indígenas.

Em caso de descumprimento das medidas será considerado infração administrativa ambiental punível com multas que variam de R$ 1 mil até R$ 500 mil.

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Para garantir o cumprimento do decreto, ações de controle e fiscalização serão realizadas pelas prefeituras, Polícia Militar Ambiental, Corpo de Bombeiros e Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) as margens do rio.

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