O Ministério Público de Goiás investiga denúncias de irregularidades nas notas dos candidatos que realizaram a primeira fase do concurso para delegado substituto da Polícia Civil. O processo seletivo conta com 36 vagas com salário de R$ 15.250,02.
A responsável por instaurar o inquérito civil público é a Promotora de Justiça Leila Maria de Oliveira e, segundo ela, alguns concorrentes procuraram o MP-GO para questionar a alta quantidade de notas superiores a 90 pontos. Para eles, este resultado causa estranheza pelo fato de se tratar de uma prova de grande dificuldade, em que cada questão errada provocava a perda de 0,25 pontos em relação à nota final.
Outro ponto apontado refere-se ao fato de que um dos primeiros colocados no resultado teria um suposto envolvimento em crimes contra a administração.
A promotora informou ainda que vai intimar um denunciante para prestar depoimento. Também está prevista uma reunião com o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), organizadora do evento. Ela também intimou um reclamante para coleta de informações.
Também está prevista uma reunião com o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), que é a banca realizadora do concurso.







































