O cotidiano corrido, as emergências e problemas que surgem nos deixam muitas vezes sem agradecer de forma correta as pessoas queridas que estão à nossa volta. O tempo escorre e as insígnias da repetição automática nos absorvem. Todavia, ninguém sabe quando cada um será chamado para ‘bater o ponto’ do lado de lá e que o trabalho neste mundo terminou.
Felizes daqueles que estão em paz com sua consciência e que, a cada dia e oportunidade, agradecem pela presença alheia. Pode ser alguém de quem gostamos ou até mesmo, quem não temos simpatia. Amealhar simpatizantes e pessoas que nos apoiam, mesmo de forma velada, é tarefa para conquistar a felicidade maior. Não o contentamento imediato, mas o legado de deixar uma memória para os outros de uma pessoa digna e nobre. Para si, a tranquilidade d’alma, a certeza de estar bem consigo mesmo e com o mundo.
Viver em equilíbrio dinâmico, em ser o arrimo para os semelhantes, são modos de existir através do esforço do aprimoramento interno e do polimento das condutas externas. A qualidade da harmonia participa tanto da beleza do universo, como também, em nosso interior.
Um dos casos mais ilustrativos da harmonia é o da dopamina. Ela é um neurotransmissor que atua na regulação de diferentes áreas do humor e do prazer. Em excesso, a dopamina se relaciona com problemas de esquizofrenia e, em escassez na depressão, no cansaço e na desmotivação. Por outro lado, em equilíbrio, ela é considerada como o hormônio da felicidade. O equilíbrio maior da existência só é possível com o caminhar com Cristo na vida.
Paulo Hayashi Jr. é doutor em Administração. Professor e pesquisador da Unicamp.
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