O jornalista e fundador do jornal Diário da Manhã, Batista Custódio, morreu nesta sexta-feira (24) aos 88 anos. O jornalista estava internado no Hospital São Francisco, no Setor Aeroporto em Goiânia, e estava enfrentando um câncer de pulmão nos últimos anos. Conforme informações, ele estava internado desde outubro com um quadro de pneumonia.
Além do Diário da Manhã, fundado em 1980 e em circulação até os dias de hoje, Batista Custódio já escrevia desde os tempos de colégio e fundou em 1958 seu primeiro jornal, o Cinco de Março, desde então deixando sua marca no jornalismo goiano.
Ele deixa a esposa e cinco filhos. Em sua casa, o jornalista se alojava em sua biblioteca, de onde polia as palavras e fazia de seu texto barroco-informativo uma arma a favor de sua indignação.
Batista Custódio era considerado um dos maiores jornalistas e editorialistas do Brasil, comandou redações com os melhores profissionais do jornalismo brasileiro, caso de Washington Novaes e Aloysio Biondi. Sob sua batuta, ganharam prêmio Esso e outras condecorações, como o terceiro lugar de Melhor Veículo de Comunicação do Brasil, honraria concedida pela Academia Brasileira de Letras (ABL), em 1984.
Velório e sepultamento
O velório será realizado na tarde desta sexta no cemitério Jardim das Palmeiras e o sepultamento será no cemitério Santana.
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