Marcela Luise de Sousa Ferreira 31 anos, que ficou toda “quebrada”, mais de dez fraturas confirmadas, e seguia em coma com quadro clínico considerado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Mônica, em Aparecida de Goiânia, após ser brutalmente espancada pelo marido, o fisiculturista e nutricionista Igor Porto Galvão, teve a morte cerebral confirmada na noite de segunda-feira (20), após 11 dias internada na unidade de saúde.
Dentre as lesões, a vítima sofreu traumatismo craniano em ambos os lados da cabeça, na base do crânio, fraturou a clavícula, oito costelas e teve várias escoriações pelo corpo.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por um tomógrafo específico para que os peritos tenham uma análise mais apurada de todas as lesões. O exame poderá determinar, inclusive, quando as fraturas foram causadas, já que há desconfiança que Marcela estivesse sofrendo violência dentro de casa de forma recorrente.
Na segunda-feira (20), Igor passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida. Com a morte da esposa, ele deve passar a responder por crime de feminicídio.
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