A esperada Olimpíada de 2024 chegou com uma verdadeira demonstração de beleza, elegância e efeito, como não poderia deixar de ser, vindo de onde a mesma se realizou. O grande temor que assolava a todos e que seria a segurança não teve problemas, se alguém ousou pensar em tomar uma atitude menos Republicana perdeu seu tempo uma vez que os preparativos para que o evento tivesse a tranquilidade esperada surpreendeu, seguramente, os malfeitores de plantão e que não tiveram como pôr em prática os seus manifestos negativos uma vez que o momento exigia uma demonstração de civilidade, planejamento e força, para que tudo acontecesse como aconteceu.
Orgulhosamente estivemos presente entre as 204 Nações que compuseram o evento que tinha como propósito identificar os melhores esportistas que se destacavam entre os mais variados esportes.
Os nossos representantes, fizeram a nossa música tocar muitas vezes, no degrau mais alto do podium Olímpico nos enchendo de orgulho e alma lavada. Fazer com que isso acontecesse, exigiu um esforço físico e pessoal silencioso muito especial passando por cima de muitas dores físicas, pois superar os limites do corpo é algo que exige acima de tudo um valor, que anda um tanto escasso nos nossos dias atuais que se chama DETERMINAÇÃO.
A nossa primeira medalha de ouro veio das mãos de uma atleta que provou que a mulher pode ser forte, ágil e sensível. A nossa Beatriz Souza, Bia para os íntimos, revelou, na prática que VENCER é a arte de saber se preparar sagrando os limites das normas e ela, no tatame do Judô comprovou que mais do que força é preciso ter técnica, porque aquele esporte não é uma BRIGA, mas uma LUTA com regras, normas e limites.
A partir de então as nossas medalhas de ouro, prata e bronze, foram chegando demonstrando que não somos menos do que nenhum dos que ali estavam para mostrar as suas capacidades, técnicas e habilidades e ninguém conseguiu superá-la, pois ela está verdadeiramente no Olimpo o lugar reservado aos melhores.
Outra atleta que nos encheu de orgulho e porque não dizer, vaidade, foi Rebeca Andrade que com sua exímia capacidade de agilidade na Ginástica Artística demonstrou que tudo é possível àquele que crê e ela viu que podia, acreditou e demonstrou que ela está ao lado e acima dos melhores atletas naquela modalidade esportiva.
Os demais medalhistas já têm os seus lugares reservados na estória dos jogos Olímpicos.
Cícero Carlos Maia é professor – [email protected]
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