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Passeio de canoa termina com quatro desaparecidos em lago na região de Iporá

A corporação informou que as buscas começaram na segunda-feira, 12, após o acionamento da família, e foram retomadas pela manhã desta terça-feira, depois de uma interrupção à noite por causa do risco da região e da falta de luminosidade.
Passeio de canoa termina com quatro desaparecidos em lago na região de Iporá. Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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As buscas por quatro moradores de Iporá desaparecidos no lago do Rio Caiapó, na região entre Arenópolis, Ivolândia e Iporá, chegaram ao terceiro dia nesta terça-feira, 13, com equipes do Corpo de Bombeiros mantendo o trabalho na área onde o grupo foi visto pela última vez. O desaparecimento ocorreu durante um passeio de canoa no lago da Usina Rialma, no oeste goiano, e os quatro seriam dois casais conhecidos na cidade.

Segundo o Corpo de Bombeiros, os desaparecidos são Maxwel Alves de Oliveira, Mabia Glória de Oliveira, Dinei Marinho e Vanessa Silva, todos moradores de Iporá. A corporação informou que as buscas começaram na segunda-feira, 12, após o acionamento da família, e foram retomadas pela manhã desta terça-feira, depois de uma interrupção à noite por causa do risco da região e da falta de luminosidade.

Foto: Reprodução

De acordo com a apuração inicial, o grupo estava em um rancho às margens do lago e havia publicado fotos do passeio em redes sociais antes de desaparecer. No local, os bombeiros concentraram a varredura próximo à barragem e ao trecho onde uma embarcação teria sido avistada presa às pedras abaixo do reservatório.

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A dinâmica do desaparecimento ainda é investigada, mas testemunhas relataram que apenas uma das vítimas usava colete salva-vidas e que o equipamento teria sido oferecido aos demais, mas recusado. Também circulou a informação sobre uma canoa e uma caixa térmica encontradas na área, mas a corporação descartou que a embarcação localizada fosse a mesma usada pelo grupo desaparecido.

A operação ocorre em uma região de comunicação difícil, sem sinal de celular em parte do entorno do lago, o que também complica o contato com moradores e familiares. Diante da complexidade do terreno, os bombeiros avaliam pedir reforço especializado, inclusive com mergulhadores da capital, para ampliar as buscas.

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