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Proposta para evitar diagnóstico tardio de paralisia cerebral avança ao Plenário

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A propositura que trata da obrigatoriedade da realização, pelas unidades hospitalares das redes pública e privada do Estado de Goiás, de exames para diagnóstico precoce da encefalopatia crônica não progressiva da infância (paralisia cerebral), em crianças de dois a três anos de idade, teve êxito na Comissão de Saúde e avança ao Plenário da Assembleia Legislativa de Goiás.

O deputado Jamil Calife (PP) foi o relator do projeto de lei (nº 21730/25) e emitiu parecer pela aprovação conforme substitutivo aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). O autor da proposta, Lucas do Vale (PSD), defende a necessidade de que os exames sejam realizados obrigatoriamente para evitar que as crianças tenham diagnóstico tardio e percam a chance de iniciar tratamentos importantes que as levarão a uma vida mais saudável.

O presidente da Comissão de Saúde, deputado Gustavo Sebba (PSDB), conduziu os trabalhos da quarta reunião híbrida do colegiado, no início da tarde desta terça-feira, 19. O encontro foi realizado na Sala das Comissões Júlio da Retífica, da Assembleia Legislativa.

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A outra propositura avaliada foi a nº 6906/25, do deputado José Machado (PSDB). A matéria que dispõe sobre a obrigatoriedade de o Estado de Goiás custear leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na rede privada para pacientes da rede pública, quando não houver vaga na rede pública estadual, deverá ser arquivada após receber a validação do parecer pela rejeição emitido pelo deputado Lucas do Vale.

A reunião foi conduzida pelo presidente do colegiado, Gustavo Sebba (PSDB), no início da tarde desta terça-feira, 19. O encontro foi realizado na Sala das Comissões Júlio da Retífica, da Assembleia Legislativa.

A pauta foi esgotada após a apreciação dos dois processos e a distribuição de outros 11 para a relatoria. A íntegra da reunião pode ser assistida via gravação disponibilizada no YouTube.

Fonte: Assembleia Legislativa de GO

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