Nesta quinta-feira (14), uma mãe foi presa, por ser suspeita de matar a filha espancada com a ajuda do marido. O crime foi descoberto após a bebê dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Pediátrica do Bairro Maracanã, em Anápolis.
Conforme a Polícia Civil (PC), a bebê chegou na UPA com diversas lesões graves no corpo, uma delas no cérebro, no dia 13 de fevereiro. Na época, a mulher teria informado a equipe médica de que o padrasto da criança costumava bater nela. No entanto, apresentou diversas versões, entrando em contradição.
Em decorrência dos fatos, a equipe médica acionou a Polícia Civil de Goianápolis, que deu início às investigações. Segundo os agentes, em decorrência da gravidade da lesão no cérebro, a bebê não resistiu e morreu ainda na UPA.
O corpo da vítima foi submetido a exame cadavérico e o laudo, de acordo com a polícia, apontaram que a bebê foi vítima de agressões, o corpo dela apresentava lesões graves, o que “justificou o óbito por choque neurogênico”, disse à polícia.
A PC concluiu que mãe e padrasto cometeram o crime juntos. Após representação da PC pela prisão da mulher, o Poder Judiciário decretou a prisão da mesma, que foi comprida nesta quarta-feira (15). A mulher foi encontrada na cidade de Januária, em Minas Gerais.
Ela deve responder por homicídio qualificado. Não há informações se o homem também foi preso.
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, razão pela qual a nossa reportagem não localizou a defesa dos mesmos.
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