Desesperada, a família do trabalhador rural Denis Florenço de Souza, de 34 anos, pede ajuda para conseguir um tratamento contra as sequelas de uma picada de marimbondo que ele sofreu enquanto trabalhava, na cidade de Anápolis.
O homem está em uma maca há mais de dois meses, não fala e depende da mãe, a dona de casa Edileuza Vieira de Souza, para realizar todas as atividades.
“Nunca passou pela cabeça que ele fosse estar trabalhando e um marimbondinho viesse no pescoço dele e ele ficasse nesta situação. Ele deu quatro paradas cardíacas pra ele chegar no estado que ele está aqui. Eu não posso continuar com ele deste jeito, sozinha, sem acompanhamento do médico. E se acontecer dele dar uma parada aqui comigo? O que eu vou fazer? Não tem como”, desabafa a mãe de Denis.
Ela afirma que o filho precisa de uma equipe multidisciplinar para atendê-lo em casa, já que não consegue levá-lo ao hospital. Edileuza conta que a família recebeu a visita de um médico apenas uma vez, desde que ele recebeu alta, no último dia 19 de maio.
Denis foi picado na chácara em que trabalha, na zona rural de Anápolis. A família relata que ele caiu desmaiado no momento da picada e foi levado às pressas para o Hospital de Urgências de Anápolis (Huana). Depois de cerca de dois meses internado, o homem recebeu alta e, desde então, está prostrado em uma maca em casa.
A Secretaria de Saúde informou que Denis vai ser avaliado pela equipe de Assistência Especializada, conforme procedimento padrão e, posteriormente, deve ser atendido para o acompanhamento multidisciplinar, conforme suas necessidades.
Desde que foi picado, Denis está sem trabalhar e, consequentemente, a família está enfrentando dificuldades para se sustentar. A mãe conta que deu entrada com um pedido de auxílio-doença no Instituto Nacional de Seguridade Social para que o filho possa receber o benefício e ajudar, principalmente, no custeio dos remédios.
















































