Opinião

As descobertas na Amazônia!

Como sabemos aquela é uma região completamente inóspita a quem desconhece os seus mistérios, incerteza e descaminhos.

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O mês de junho acordou com a intrigante notícia de que duas pessoas estavam perdidas nos confins da Amazônia.

Curiosamente, os outros que tiveram o mesmo destino, nunca se ouviu falar e por lá ficaram sem despertar a preocupação de rigorosamente ninguém.

Logo começamos a ver uma desesperadora busca por aqueles dois seres que ninguém, do resto do país, imaginava que sequer existissem. O aparato era tão gigantesco, quanto a própria Amazônia. Helicópteros, militares, sociedade civil, voluntários e outras instituições todos envolvidos na frenética busca por aquelas duas pessoas que parece que nasceram no exato momento que foi disseminada a notícia da falta de contato com elas.

Como sabemos aquela é uma região completamente inóspita a quem desconhece os seus mistérios, incerteza e descaminhos.

A noção que se tem é que aquela é uma região abandonada à sorte na natureza, o que não é verdade. A FUNAI, se responsabiliza pelos cuidados com os povos indígenas que lá vivem. O Ministério do Meio Ambiente, se responsabiliza pela floresta como um todo e todas as circunstancias que a envolvem na sua essência, dentre outras organizações que também assumem a responsabilidade pela imensidão daquele espaço.

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Portanto, ninguém pode circular por aquela região sem um pedido formal de permissão para fazê-lo. Logo se descobriu que aqueles dois perdidos entraram na floresta sem comunicar a ninguém, por conseguinte, oficialmente, NÃO ESTAVAM LÁ!

Na medida que os dias foram acontecendo, em meio aquele desespero se descobriu que se tratava de um jornalista correspondente de vários jornais internacionais e que vivia no Estado há mais de 10 anos. Portanto deveria conhecer as regras e normas de convívio com aquela região.  Não comunicou as autoridades oficias de que iria fazer uma incursão por aquele espaço POR QUÊ? Como o subsolo daquela região é muito rico em elementos químicos, vem a curiosidade: Quantas vezes, ao longo do tempo, fizera o mesmo? Reportava o quê para os seus patrões?

Quanto ao brasileiro, viemos a saber que fora exonerado dos quadros profissionais da Funai por razões de desencontro com os interesses da Organização e que esteve envolvido no incêndio e destruição de balsas de garimpeiros que tem naquela atividade a única forma de busca de sustento de suas vidas.

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Pelo apresentado, concluímos que os desaparecidos, não eram pessoas bem vistas naquela Região.

Cícero Maia é professor – artigosbsb@gmail.com

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ARTIGO

Como lidar com a inflação sem afastar o consumidor?

É inegável! A inflação tem um efeito devastador sobre as pequenas e médias empresas. Empreendedores e gestores precisam de muita organização, além de desenvolver habilidades de negociação, efetuar um bom controle de gastos e tentar diminuir o repasse de custos ao consumidor, que também vem sofrendo com a constante alta de preços nos mais diversos setores.

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O mercado financeiro voltou a subir as projeções para a inflação de 2022. Pelas novas estimativas, o IPCA – Índice de Preços ao Consumidor – deve fechar o ano em 7,89%, patamar acima da meta oficial para o ano, de acordo com o Banco do Brasil, que era de 3,5%, com tolerância de 1,5%. A informação é preocupante. Isso porque de acordo com um estudo feito pelo Sebrae, 37% das empresas afirmam que o preço dos insumos e das mercadorias é o que mais pressiona os negócios. Na sequência aparecem os preços dos combustíveis, com 26%, dos aluguéis, com 14%, e da energia elétrica, com 11%.

É inegável! A inflação tem um efeito devastador sobre as pequenas e médias empresas. Empreendedores e gestores precisam de muita organização, além de desenvolver habilidades de negociação, efetuar um bom controle de gastos e tentar diminuir o repasse de custos ao consumidor, que também vem sofrendo com a constante alta de preços nos mais diversos setores.

Em um momento como o atual, algumas medidas precisam ser adotadas de imediato. É o caso do monitoramento de contas básicas da empresa, como água, luz, telefone e internet, com a implantação de políticas de redução de custos. Verifique, por exemplo, se não é possível negociar um pacote de serviços melhor com a provedora de internet.

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Caso a empresa funcione em um imóvel alugado, é extremamente importante acompanhar o índice utilizado para o reajuste de valor do aluguel a fim de barganhar junto ao proprietário do imóvel sempre que possível.

Outro ponto valioso é conhecer a variação da inflação. Isso pode ajudar no momento de realizar compras para a empresa, com a troca do fornecedor que praticar valores abusivos se valendo da inflação ou substituição de uma matéria-prima por outra desde que não provoque queda na qualidade do que é oferecido ao seu cliente, para não haver impacto negativo posterior nos negócios.

Acompanhar a variação da inflação também pode ser interessante na hora de definir entre produzir o produto A ou B. Ou seja, se produzir o produto A está se tornando inviável e o consumidor está deixando de comprar aquele item, porque não investir no lançamento do produto B, que pode ser uma alternativa para movimentar o seu fluxo de caixa nesse momento?

Outra estratégia interessante pode ser reduzir, momentaneamente, o mix de produtos ofertado. Trata-se de uma medida que pode funcionar bem especialmente no caso de restaurantes com cardápios muito extensos, nos quais as chances de desperdício crescem consideravelmente.

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Claro, há outras saídas que podem e devem ser adotadas: aproveite o momento e negocie dívidas; faça uma revisão do processo de precificação dos seus produtos e tenha certeza de que está praticando as margens corretamente, fique de olho no estoque para não comprometer o fluxo de caixa e promova ações para conquistar novos clientes usando estratégias eficientes, criativas e, se possível, de baixo investimento. O importante é acompanhar o andamento dos negócios de perto e não desistir. Esse cenário vai passar!

Haroldo Matsumoto é consultor e sócio-diretor de consultoria multidisciplinar de gestão de negócios

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