Nota de esclarecimento: este artigo foi publicado em 2009, portanto, completado exatos 10 anos de sua edição, a preocupação se multiplicou com as recentes ameaças que sofre hoje nossas florestas. Em especial a Amazônia, que vem sofrendo paulatinamente com a ação de um governo, que estimula com suas ações e declarações, o desmatamento e a destruição de um bem planetário e caríssimo ao meio ambiente global. Fica o texto na íntegra, para a reflexão e o alerta de que a luta pela preservação se mantém atual e necessária a nossa própria sobrevivência!
Aquecimento Global
Na ordem do dia, sobretudo na agenda ambiental, em diversos pontos do planeta vem se materializando manifestações de alerta quanto ao aquecimento global que se avizinha perigosamente de nosso cotidiano, trazendo com isso consequências dramáticas à vida na terra, provocando ao mesmo tempo um perigoso aceleramento final de nosso planeta. O ser humano tardiamente se conscientizou dessa grave ameaça, que se apresenta em forma de catástrofes e situações de calamidades inimagináveis, enumerando assim os tsunamis ocorridos na Ásia, derretimento de geleiras no Ártico glacial, ciclones e seca no sul do Brasil, enchentes no norte e nordeste, fatos estes nunca imaginados alguns anos atrás.
Face a significativa influência da Amazônia brasileira na formação de chuvas em diferentes regiões do país e até mesmo na vizinha Argentina, faz-se necessário efetivar medidas para garantir esse benefício incalculável a todos nós. Com a implantação de medidas coercitivas e punitivas, a aplicação de pesadas multas com o cumprimento rigoroso aos responsáveis pela devastação intensa de nossa floresta devem estar acompanhadas com o aumento da fiscalização. O efetivo governamental de fiscais pode ser ampliado com o emprego de mecanismos já existentes, como a maior participação das forças armadas na fiscalização e o uso consciente da população nativa e comunidades indígenas presentes nessa região com estímulo até mesmo financeiro, visando à proteção de toda a floresta.
É preciso salientar que, a ação de madeireiros, grileiros, garimpeiros e latifundiários vem contribuindo decisivamente com a ampliação da área devastada. Cabe ao governo federal criar mecanismos mais produtivos que vise desestimular a ação desses grupos no tocante a destruição desse nosso imenso patrimônio natural.
Voltando a questão de origem do presente artigo, constata-se que o aquecimento global se apresenta como fator irreversível do ponto de vista de recuperação do planeta. O que se coloca na ordem do dia é deter esse processo de degradação ambiental em que se encontra o planeta Terra. Como podemos interferir e dar nossa parcela de contribuição para a saúde de nossa Aldeia Global?
Com pequenas ações no nosso cotidiano estaremos contribuindo para a formação de um mundo melhor, exemplificando: a diminuição do uso do automóvel provocando a substituição por meios de transportes menos poluentes, a reciclagem do nosso lixo, a preservação de nosso verde, o uso racional de nossa água, etc… Aliada a uma política de prevenção e combate a agressão ambiental, é imperativa a promoção de políticas públicas para a formação de uma consciência ecológica em todos os segmentos da sociedade civil. Assegura-se assim, um pensamento único em defesa do meio ambiente.
Exemplos como o de Chico Mendes têm de permanecer vivos entre nós, para que em um futuro bem próximo sejamos brindados por uma floresta livre da ganância do ser humano irracional e que tenhamos assim a garantia de um patrimônio preservado as nossas futuras gerações!
João Correia é artista plástico e bacharel em Direito pela Faculdade Evangélica de Rubiataba – [email protected]















































