Pandemia

Capital deverá manter flexibilização das atividades não essenciais

Após a realização de reunião do prefeito Rogério Cruz com o governador Ronaldo Caiado, a tendência é que haja restrições de segurança em estabelecimentos

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O comércio e as atividades não essenciais em Goiânia deverão continuar funcionando normalmente a partir da próxima quarta-feira (14), quando o decreto em vigor perderá a validade. Após reunião do prefeito Rogério Cruz com o governador Ronaldo Caiado nesta segunda-feira (12), a tendência é que haja restrições de segurança nos estabelecimentos que, por natureza, podem ocasionar maior aglomeração.

O conjunto de medidas, dialogadas no Paço Municipal, será apresentado a prefeitos da Região Metropolitana, representantes do Ministério Público, Poder Judiciário e integrantes das equipes de Saúde do Estado e de municípios ainda nesta segunda-feira (12). Após as discussões, haverá ainda a deliberação do COE para que os termos do novo decreto sejam determinados.

Dentre as informações que são analisadas diariamente, o secretário estadual de Saúde, Ismael Alexandrino, destacou o indicador conhecido como número efetivo de reprodução da infecção (Re), da taxa de mortalidade e, principalmente, o recuo de pedidos de vagas de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Não estamos no momento confortável, mas é um momento para refletir a situação sanitária para que tenhamos as atividades desenvolvidas no dia a dia, mas que respeitem os protocolos de saúde”.

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O governador alertou para a necessidade de toda a população se engajar no combate ao vírus. “Se não tivermos a contrapartida da população e a demanda de leitos for maior do que nós temos de oferta, se o RE ultrapassar o parâmetro de 1,2 em diante, não conseguiremos e, como tal, teremos que recuar dessa medida”.

De acordo com o prefeito, os indicadores do coronavírus em Goiânia permitem a permanência da flexibilização. “Temos certa segurança do que estamos acompanhando há uma semana, não temos pacientes de UTI em espera e a cada dia temos aumentado o número de leitos porque sabemos que viemos dos 14 dias fechados e precisamos estar muito atentos do que podemos receber nos próximos dias”.

O secretário municipal de Saúde, Durval Pedroso, fez uma apresentação técnica dos indicadores mais recentes da pandemia e destacou queda de 16% para 5,8% nas testagens ampliadas que vêm sendo realizadas na capital desde que as medidas restritivas foram iniciadas. As informações elencadas também mostram recuo nas taxas de contaminação, ocupação de leitos e pedidos de vagas de UTI.

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A comitiva do governador Ronaldo Caiado foi composta pelos secretários de Estado Ismael Alexandrino, Ernesto Roller, Adriano Rocha Lima e Tony Carlo. Os secretários municipais Arthur Bernardes, Firmino Alves, Marcos Teixeira e a secretária Executiva da Saúde, Luana Alves, também participaram da reunião, além do vereador Dr. Gian e o deputado estadual Jefferson Rodrigues.

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Governo de Goiás cancela temporada 2021 do Rio Araguaia

Segundo o Decreto Nº 9.862, está proibido a realização de festas em geral, caminhadas ecológicas, passeios ciclísticos, corridas, espetáculos e campeonato de pescaria

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Foi publicado pelo Governador Ronaldo Caiado, na manhã desta segunda-feira (10), o decreto que proíbe a realização de todas as atividades que impliquem em aglomeração de pessoas para o lazer e o turismo na grande região do Rio Araguaia, nela incluídos os trechos do Rio Araguaia e seus afluentes.

Pelo segundo ano consecutivo, o Governo de Goiás cancela a temporada do Araguaia, tradicional destino turístico das férias de meio de ano, para evitar a expansão da pandemia de Covid-19 no Estado

Segundo o Decreto Nº 9.862, está proibido a realização de festas em geral, caminhadas ecológicas, passeios ciclísticos, corridas e espetáculos. A medida proíbe também a instalação ou o funcionamento de estruturas temporárias ou precárias de restaurantes, bares, banheiros, pontos de apoio e quaisquer suportes de atendimento a turistas e usuários em praias, beiras de rios e cachoeiras.

A realização de campeonatos de pescaria ou competições que envolvam esportes náuticos também estão proibidas, ficando autorizada apenas a pesca de subsistência realizada por ribeirinhos e indígenas.

Em caso de descumprimento das medidas será considerado infração administrativa ambiental punível com multas que variam de R$ 1 mil até R$ 500 mil.

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Para garantir o cumprimento do decreto, ações de controle e fiscalização serão realizadas pelas prefeituras, Polícia Militar Ambiental, Corpo de Bombeiros e Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) as margens do rio.

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