A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou em primeira votação o projeto de lei nº 30892/24, enviado pelo governo estadual, que institui a cobrança de mensalidades para dependentes do Ipasgo Saúde. O placar foi de 25 votos favoráveis e 7 contrários, após intensa mobilização da base aliada. A matéria altera a Lei nº 21.880/23 e retorna para votação definitiva nesta quinta-feira (11 de dezembro de 2025).
Os valores variam por faixa etária e tipo de plano: de R$ 47,45 a R$ 54,31 para planos básico e especial em idades mais jovens, subindo para R$ 207,33 a R$ 322,55 acima de 59 anos. A soma das contribuições dos dependentes não pode exceder o valor pago pelo titular, equivalente a 30% da tabela atuarial. O governo justifica a medida para reequilibrar as contas do instituto, que atende mais de 160 mil beneficiários, alinhando-o a práticas do setor de saúde suplementar.
Servidores lotaram as galerias da Alego em protesto, com sindicatos resistindo à proposta inédita de cobrança para dependentes antes isentos. A Comissão Mista aprovou o texto por 22 a 6, mas houve pedidos de vista e críticas por falta de transparência nos cálculos. O líder do governo, Tales Barreto (UB), enfrentou divisões na base.
Sete deputados rejeitaram: Clécio Alves (Republicanos), Gugu Nader (Agir), Delegado Eduardo Prado e Major Araújo (PL), Antônio Gomide, Bia de Lima e Mauro Rubem (PT). Eles criticaram o impacto no bolso dos servidores e questionaram aportes prévios de R$ 477 milhões. Amauri Ribeiro (UB) defendeu como essencial para salvar o plano. Nove parlamentares estavam ausentes.
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