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Corpo de professor encontrado morto dentro de casa é enterrado em Ceres

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O corpo do professor Maurício Rodrigues Melo, de 48 anos, que foi assassinado dentro da casa que morav em Goiânia, foi enterrado na noite de ontem (9) no cemitério de Ceres, cidade onde ele nasceu. Apesar de ter se mudado para a capital, os pais da vítima ainda moram na cidade do interior em que o sepultamento ocorreu.

A família do professor está revoltada com o crime. “Nunca esperávamos passar por isso. Foi um susto, estamos todos abalados. Ele era uma pessoa muito boa, ótima de coração. Esperamos que quem fez isso seja preso o mais rápido possível”, disse a dona de casa Ângela de Melo, prima da vítima.

Melo trabalhava durante o dia no departamento de Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Educação. Já à noite, ele participava de um projeto da Secretaria Estadual de Educação.

Amigos e colegas de trabalho lamentaram nas redes sociais a morte do professor. Em uma das mensagens, uma internauta disse: “Soube agora e não estou acreditando. Foi muito bom o tempo que trabalhamos juntos. Sua alegria era contagiante. Você não merecia um fim tão trágico, tinha um bom coração. Que Deus o receba de braços abertos e que traga conforto à sua família”.

 

Suspeita de latrocínio

O corpo de Melo foi encontrado no sábado (8), na casa em que morava no Residencial Sonho Dourado, na capital. Porém, segundo a equipe da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), ele foi assassinado no dia anterior.

Vizinhos estranharam as lâmpadas acesas, as portas abertas e tentaram contato com a vítima. “Não é costume dele deixar as luzes da garagem acesas. Eu mandei mensagem para ele era 18h e pouco porque eu vi a luz da garagem acesa e perguntei onde ele estava porque fazia dias que eu não ia visitar ele, mas ele não respondeu”, disse Larissa da Silva.

Como a vizinha não obteve resposta, ela ligou para familiares do professor para avisar da situação estranha. Eles entraram na casa e encontraram o corpo.

Ângela de Melo foi quem entrou na casa junto com o marido. Ela se assustou com a cena. “Barbárie total, havia sangue por toda a parte, só uma pessoa desalmada para fazer isso. Levassem os pertences, que a gente trabalha e compra outros. Por que matar uma pessoa que não era capaz de fazer mal a ninguém?”, lamentou.

A polícia acredita que o latrocínio aconteceu na noite de sexta-feira (7). Além de matar o homem, o autor do crime ainda ateou fogo ao quarto em que o corpo estava. As chamas atingiram o colchão e roupas do professor, mas logo se apagaram.

Sumiram da residência documentos da vítima, duas televisões, um aparelho de home theater e o carro. Eles ainda não foram localizados.

Por causa dos objetos levados, a Polícia Civil crê que o professor foi vítima de um latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. Por isso, a investigação do caso deve ser transferida nesta segunda-feira (10) da DIH para a Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic).

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