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Em Goiás, dentistas são alvos de operação por se passarem por médicos e deformar rostos de pacientes

Entre os procedimentos realizados pelos profissionais estão a Alectomia (procedimento que realiza a redução da asa nasal), Blefaroplastia (procedimento cirúrgico para retirada do excesso de pele da região das pálpebras) e a Rinoplastia (procedimento para reduzir o tamanho, formato ou aspecto do nariz).

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Em Goiás, dentistas são alvos de operação por se passarem por médicos e deformar rostos de pacientes. Foto Redes Sociais

Em Goiás, dentistas de Goiânia e Aparecida de Goiânia foram alvos de uma operação da Polícia Civil, que ocorreu nesta quarta-feira (22). Eles são suspeitos de se passarem por médicos e desfigurar rostos de pacientes.

Documentos revelaram que eles executavam intervenções estéticas que só deveriam ser realizadas por profissionais médicos, provocando sérios problemas de saúde nos pacientes. Embora tenham tido suas licenças profissionais temporariamente suspensas pelo Conselho Regional de Odontologia (CRO-GO), persistem na prática da profissão, chegando ao ponto de promoverem seus serviços nas mídias sociais.

No total quatro suspeitos, que trabalham em Aparecida de Goiânia, tiveram seus registros suspensos de forma cautelar, alguns pelo Conselho Regional de Odontologia (CRO-GO) e outros por determinação de Justiça.

Entre os procedimentos realizados pelos profissionais estão a Alectomia (procedimento que realiza a redução da asa nasal), Blefaroplastia (procedimento cirúrgico para retirada do excesso de pele da região das pálpebras) e a Rinoplastia (procedimento para reduzir o tamanho, formato ou aspecto do nariz).

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Tesoureiro de banco é suspeito de desviar R$ 3,5 milhões para jogos virtuais

O BRB realizou denúncia após perceber irregularidades contábeis em uma das agências do DF.

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Um tesoureiro de uma agência do Banco de Brasília S.A. (BRB) é alvo de uma operação da Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF) por suspeita de desviar R$ 3,5 milhões para jogos de apostas virtuais.

Conforme informações, o BRB realizou a denúncia após perceber irregularidades contábeis em uma das agências do Distrito Federal. A PC-DF deflagrou a operação com mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de valores das contas do investigado.

O suspeito retirava o dinheiro e depositava em sua conta pessoal e por ter acesso ao cofre e saber das operações de caixa, ele falsificava documentos para esconder os desvios da tesouraria.

O homem usava o dinheiro para jogos de apostas virtuais, indicou a investigação. A PC-DF ainda apura se outros servidores estiveram envolvidos no esquema.

Houve o bloqueio de R$ 3,5 milhões e a investigação ainda conseguiu o bloqueio judicial de valores na conta corrente, ativos financeiros, investimentos e seguros de vida no nome do servidor até o montante supostamente desviado.

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O homem que não teve o nome divulgado é investigado por peculato e lavagem de dinheiro e as penas podem chegar a 22 anos de prisão.

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