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Em Goiás, dono de farmácia é preso vendendo produtos e medicamentos vencidos

Conforme informações, o suspeito teria adulterado a data de validade dos medicamentos.

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Em Goiás, dono de farmácia é preso vendendo produtos e medicamentos vencidos. Foto: Procon-GO

O dono de uma farmácia foi preso vendendo produtos e medicamentos fora do prazo de validade, na quinta-feira (4), no bairro Marajó, em Valparaíso de Goiás.

A operação, que durou mais de 10 horas, ocorreu após denúncia e foi realizada em parceria com a Vigilância Sanitária Municipal, com a Superintendência dos Serviços de Fiscalização Municipal, Polícia Militar e Procon de Valparaíso.

O levantamento da quantidade de produtos ainda está sendo realizado, mas os agentes do Procon Goiás afirmam que mais da metade do que estava nas prateleiras estava fora do prazo de vencimento. No local, havia ainda produtos com indício de adulteração na data de validade. Entre o que foi apreendido, encontrou-se medicamentos, latas de leite em pó, caixas de suplementos vitamínicos, itens de higiene pessoal, alguns deles com vencimento em 2019.

Na ocasião da operação, os fiscais ainda encontraram um carimbo falso com nome de um médico que supostamente teria ligação com estabelecimento, situação que será investigada pela Polícia Civil (PC). Em flagrante, o proprietário da farmácia que não teve o nome divulgado, foi conduzido para a Delegacia de Polícia para os procedimentos de praxe.

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Por contrariar as normas de defesa do consumidor, como falta de informação aos clientes, pelo risco à saúde pública, o estabelecimento foi autuado e interditado totalmente. Poderá ser aplicada multa ao estabelecimento com valor que varia de R$ 754,00 e 11 milhões dependendo da extensão do dano, gravidade e faturamento da empresa. A empresa agora tem 10 dias para apresentar defesa.

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Personal trainer suspeito de importunação sexual pediu a aluna para não denunciar o fato

O fato aconteceu na tarde de terça-feira (21), e o homem foi preso no mesmo dia.

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O personal trainer Bruno Fidelis, é suspeito de importunação sexual contra uma aula durante uma avaliação física em Caldas Novas. Fotos: Reprodução

O personal trainer Bruno Fidelis, é suspeito de importunação sexual, contra uma aula durante uma avaliação física. Após isso o profissional pediu desculpas para ela através de mensagem de texto. As mensagens foram divulgadas pela Polúcia Militar (PM) de Caldas Novas. Conforme informações o personal tentou convencer a jovem de 22 anos a não denunciar o caso.

O caso ocorreu na tarde de terça-feira (21) e o suspeito foi preso no mesmo dia na cidade turística. A defesa do personal trainer informou o Poder Judiciário de Goiás determinou a soltura do suspeito. Em decorrência disso, a audiência de custódia que estava prevista para quarta-feira (22), não ocorreu.

De acordo com o delegado da Polícia Civil (PC) Alex Miller, a mulher revelou que o crime ocorreu durante uma avaliação física. Ela relatou que estava de biquíni para serem feitas medições e fotografias. Além disso, ela também disse que, quando o personal foi fazer uma medição, ele teria passado a acariciar os seios dela por debaixo do biquíni.

Ainda de acordo com as informações, a mulher já fazia acompanhamento com o personal há 40 dias. Em depoimento, o personal disse que não tirou proveito sexual da situação e que foi mal-entendido pela jovem.

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Através dos prints, é possível ver quando a jovem confronta o personal, dizendo que ele passou a mão nela, e ele pede desculpas dizendo achar que “estava sendo correspondido”.

Veja a nota de defesa do personal:

“Os advogados Lucas Morais Souza e Arlen S. Oliveira esclarecem que ainda estão tomando ciência das acusações arroladas nos autos de inquérito policial. Informam ainda que o personal exerce a profissão há mais de cinco anos, atendendo mais de 100 alunos neste período, pautando sempre pela ética, transparência e a busca do melhor resultado para os alunos.

Neste período, nunca obteve nenhuma reclamação de seus alunos, e, no curso das investigações demonstrará a improcedência das acusações. Nesse compasso, a defesa buscará no curso do processo demonstrar que o investigado agiu sempre pela boa-fé e ética, cumprindo com o exercício da função que lhe foi confiado por seus alunos.

Sobre as conversas trocadas no dia do suposto fato, percebe-se pelo próprio teor que em momento algum houve conotação de ameaça, coação ou constrangimento, mas simplesmente um ato de buscar esclarecer os fatos mal entendidos.

A relação entre aluna e personal era amistosa o que pode também ser percebido pelas mensagens enviadas e compartilhadas via redes sociais durante os treinos pela própria aluna.

Os advogados Lucas Morais Souza e Arlen S. Oliveira esclarecem que a Delegacia de Polícia Civil encaminhou ao judiciário as documentações e levantamentos apurados até o presente momento. Na ocasião, o juízo responsável pelo caso, ao analisar os documentos, deliberou da seguinte maneira: ‘O autuado constituiu defensor, apresentou comprovante de endereço, possui ocupação lícita, não possui condenações transitadas em julgado.

Desse modo, não há motivos que justifiquem o decreto preventivo, com base nos pressupostos autorizadores (art. 312 do CPP). In casu, qualquer afirmação no sentido de que existem motivos para manter a prisão do autuado não passará de presunção de periculosidade, o que viola o ordenamento constitucional, mormente o princípio da inocência, vez que o autuado ainda não foi submetido a julgamento.’

Por fim, informamos que as informações levantadas são embrionárias e que qualquer julgamento neste momento ofende o princípio da presunção de inocência. Os fatos devem ser apurados sob o crivo do contraditório e ampla defesa em juízo”.

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