Segurança Pública

Estado de Goiás registra queda em todos os índices de criminalidade

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Goiás registrou queda em todos os índices de criminalidade no último trimestre deste ano, no acumulado de 2020, e no apanhado da gestão de Ronaldo Caiado. Os dados foram apresentados nesta terça-feira (6/10), durante a primeira Senasp Itinerante, programa nacional lançado em evento com a participação do governador Caiado e do secretário nacional de Segurança Pública, coronel Carlos Paim. Os números foram detalhados pelo secretário de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO), Rodney Miranda.

Rodney iniciou a exposição com dados do acumulado de 2020, sempre comparando o índice com o registrado no mesmo período de 2019. Entre janeiro e setembro últimos, o número de homicídios reduziu em 14,16%. Latrocínios, que é roubo seguido de morte, caíram 27,08% e os registros de lesão corporal seguida de morte tiveram queda de 11,11%. “Esses dados refletem a excelência do trabalho feito pelas forças policiais”, destacou o secretário, que citou outro fato relevante: “Em setembro, tivemos o menor número de homicídios mensal nos últimos 10 anos no Estado de Goiás”.

Os dados, apurados pelo Observatório da Segurança Pública da Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás (SSP-GO), também apontam queda nos índices do crime roubo, de todos os tipos: de veículos reduziu em 41,41%; de cargas, 41,84%; a transeuntes, 33,66%; em residências, 28,54%; e em comércios, 26,09%. Na zona rural, o número de roubos em propriedades caiu em 42,40%.

Em relação aos roubos a instituições financeiras, o Estado de Goiás está há 17 meses sem registros, que significa uma queda de 100%. “Você vê hoje o seguro mais barato de carro aqui em Goiás. Isso dá tranquilidade para o cidadão. Isso se chama cidadania, é dar autonomia para as pessoas fazerem o que desejam sem ter o empecilho da bandidagem”, destacou o governador.

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Da mesma forma, a redução trimestral, considerando os meses de julho, agosto e setembro de 2020, é significativa em comparação ao mesmo período de 2019. A redução de homicídios foi de 7,08%; estupro, 42,79%; tentativa de homicídio, 12,66%; lesão corporal seguida de morte, 50%; roubo de veículos, 49,56%; roubo de carga, 55,26%; roubo a transeunte, 44,81%; roubo em residência, 37,08%; roubo em comércio, 44,07%; roubo em propriedade rural, 44,12%.

Quando comparados os dados de 2020 com os de 2018, antes da gestão de Ronaldo Caiado, os números são ainda mais expressivos. Os crimes de homicídio reduziram em 31,40%; latrocínio, em 56,25%; lesão corporal seguida de morte, 61,90%; roubo de veículos, em 75,70%; roubo de carga, 75,98%; roubo a transeunte, em 60,83%; roubo em residência, 36,52%; roubo em comércio, 59,33%; roubo em propriedade rural, 48,38%; e roubo a instituições financeiras, 100%.

Produtividade

O secretário ainda fez um balanço da produtividade das forças de segurança de Goiás. Desde o início da gestão de Ronaldo Caiado até hoje foram realizadas 8.521 prisões e lavrados 46.437 autos de prisão em flagrante. Além disso, ocorreram também 1.672.468 abordagens.

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Durante as mais de 32,8 mil operações em todo o Estado de Goiás, os policiais civis e militares apreenderam uma quantidade superior a 100 toneladas de drogas e mais de 10 mil armas de fogo. Só na zona rural, o número de operações deflagradas em 21 meses passa de 60. O quantitativo resultou em pelo menos 120 prisões, recuperação de mais de 450 cabeças de gado e apreensão de cerca de 75 armas de fogo.

Outro ponto de destaque foi a implantação de uma rede de combate à corrupção, composta pela Superintendência de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado e pela Delegacia Especial de Combate à Corrupção da Polícia Civil. Esse trabalho conta ainda com a atuação de grupos de perícia especializados. Além disso, o Governo de Goiás fortaleceu as delegacias especializadas já existentes e criou o Disque Combate à Corrupção 181.

Até o momento, foram realizadas mais de 150 operações de combate à corrupção nos 21 meses de governo, o que gerou uma expectativa de economia de mais de R$ 1 bilhão, até 2022, já que foram desmanteladas quadrilhas que agiriam por anos desviando recursos públicos.

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Em Goiás, TCE suspende leilões para venda de sucatas no Detran

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O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) determinou a suspensão de dois editais de leilão para a venda de veículos leves e pesados, recuperáveis e sucatas, apreendidos por infração de trânsito, removidos e depositados há mais de 60 dias no Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO). Os leilões, que estavam previstos para acontecer em novembro e dezembro, ficam suspensos, segundo o tribunal. O Detran informou que questões apontadas serão alteradas.

Em nota, o Detran informou que, desde o início do processo para a realização do leilão de veículos, “tem adequado seus procedimentos de acordo com as orientações do TCE-GO”. Disse ainda que “as questões formais apontadas pelo tribunal serão devidamente alteradas sem prejuízo à essência do processo”.

Conforme o TCE-GO, após analisar denúncia de possíveis irregularidades praticadas pelo Detran no Edital de Leilão nº 01/2020, eles determinaram a suspensão dos editais de nº 02/2020 e nº 03/2020, previstos para acontecer, respectivamente, em novembro e dezembro. O Pleno referendou medida cautelar adotada pelo conselheiro Edson Ferrari, durante sessão remota concluída nesta quinta-feira (22).

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Ao analisar denúncia de possíveis irregularidades praticadas pelo Detran no primeiro edital, o TCE-GO encontrou indícios de “vícios nos editais de licitação” por “contrariarem vários dispositivos legais, sem saneamento ou justificativa razoável”.

Entre os pontos irregulares no edital, citados pelo tribunal, estão: Ausência de informação de que a sucata prensada somente poderia ser vendida para empresas regulares do ramo de reciclagem, siderurgia ou fundição; Ausência, no edital, das normas relativas à Política Nacional de Resíduos Sólidos; Inexistência de menção do órgão ambiental estadual que deveria fiscalizar todo o processo de liberação dos veículos, descontaminação e prensagem; Inobservância da especificação da unidade de medida que a sucata deveria ser vendida; Arrematação por empresas que atuam somente com sucatas aproveitáveis, de sucatas inservíveis, com preços acima do praticado no mercado. Sucatas inservíveis vendidas como sucatas aproveitáveis e Ausência de informações quanto a retirada dos bens.

Com a cautelar, os dois editais ficam suspensos até que o TCE-GO decida sobre o mérito da representação de sua unidade técnica.

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