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Plantão Policial

Farmacêutico é preso por vender medicamento abortivo em Aparecida

Durante a abordagem, a mulher foi flagrada com 14 comprimidos de Cytotec (misoprostol)
Farmacêutico é preso por vender medicamento abortivo em Aparecida. Foto: Divulgação/PCGO

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A Polícia Civil prendeu em flagrante um farmacêutico e uma mulher envolvidos na venda e distribuição de medicamento abortivo, em ação realizada no município de Aparecida de Goiânia após denúncia anônima.

As equipes foram acionadas após informação de que uma mulher estaria, em voz alta ao telefone, dentro de um estabelecimento comercial no Setor Garavelo, relatando que estava em posse de medicamento abortivo e que realizaria a entrega nas proximidades. Diante da gravidade da denúncia e da proximidade da unidade policial, os agentes se deslocaram imediatamente ao local.

Durante a abordagem, a mulher foi flagrada com 14 comprimidos de Cytotec (misoprostol). Ela é conhecida da polícia, com inúmeras passagens, e confessou que realizaria a entrega do medicamento, apontando como fornecedor Vinícius Roncato Silva, farmacêutico.

Na primeira abordagem ao fornecedor, os policiais encontraram três recipientes de cor azul contendo hormônios, em nome de terceiros, no interior do veículo por ele utilizado. Em seguida, as equipes foram até o apartamento do investigado, onde localizaram diversos medicamentos de uso e comercialização restritos, incluindo remédios de tarja preta, hormônios e medicamentos para emagrecimento, todos apreendidos.

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Chama atenção o fato de que um dos presos é farmacêutico, profissional com formação técnica e pleno conhecimento dos riscos, da ilegalidade e do potencial lesivo da comercialização irregular de medicamentos, circunstância que agrava a reprovabilidade da conduta.

Diante da materialidade delitiva e dos indícios suficientes de autoria, Débora Cristina de Oliveira e Vinícius Roncato Silva foram autuados em flagrante pelo crime previsto no artigo 273, §1º-B, incisos I e V, do Código Penal. Foi dada voz de prisão aos conduzidos e lavrado o Auto de Prisão em Flagrante, com negativa de fiança, em razão da pena máxima abstrata cominada ao delito.

A Polícia Civil reforça que crimes contra a saúde pública e a vida não serão tolerados e destaca a importância da denúncia anônima, fundamental para a rápida atuação policial.

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