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Plantão Policial

Frentista é indiciado por apropriação indevida, estelionato e falsidade ideológica após sumir R$ 760 em posto de Jaraguá

Havia indícios de que receitas de determinadas operações teriam sido indevidamente vinculadas a abastecimentos por convênio, beneficiando-se de lançamentos falsos.
Frentista é indiciado por apropriação indevida, estelionato e falsidade ideológica após sumir R$ 760 em posto de Jaraguá. Foto: PCGO

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A Polícia Civil de Goiás, por meio da 15ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Jaraguá, concluiu nesta semana inquérito que apurou suposta apropriação indevida de valores em um posto de combustíveis da cidade. O prejuízo apurado pela investigação foi estimado em R$ 760,03.

Segundo a apuração, a administração do estabelecimento descobriu as discrepâncias durante uma auditoria interna. Foram encontradas divergências entre os registros de abastecimento, as formas de pagamento e os lançamentos nas contas de convênio mantidas por empresas clientes. Havia indícios de que receitas de determinadas operações teriam sido indevidamente vinculadas a abastecimentos por convênio, beneficiando-se de lançamentos falsos.

Ao longo do inquérito, a polícia ouviu proprietários e gerentes do posto, funcionários e clientes vinculados aos convênios. Os depoimentos mostraram que o sistema operacional do estabelecimento adotava logins e senhas individualizados para cada operador, o que permitiu à investigação identificar as operações realizadas por cada funcionário.

O principal investigado, que atuava como frentista e operador de caixa, negou irregularidades e atribuiu as diferenças a falhas operacionais. Mesmo assim, as diligências reuniram elementos informativos considerados suficientes pela autoridade policial para indiciar o suspeito pelos crimes de apropriação indevida, estelionato e falsidade ideológica.

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O inquérito foi relatado e encaminhado ao Ministério Público, que deverá decidir sobre o oferecimento de denúncia. A Polícia Civil lembra que denúncias podem ser feitas pelo telefone 197 e reforça o compromisso de “investigar para proteger”.

A 15ª DRP informou que continuará acompanhando o caso e divulgando atualizações pelas suas redes sociais.

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