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O Sacramento da Eucaristia

Jesus instituiu a Eucaristia quando disse: tomai e comei, isto é o meu corpo. Bebei dele todos, pois este é o meu sangue da nova aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados (Mt 26,26-29).

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Os Sacramentos são a forma que Cristo cumpre sua promessa: eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos (Mt 28,20). Jesus subiu aos céus, mas ficou para sempre na companhia dos homens de cinco modos: primeiro, pela sua palavra, que está nos Evangelhos: a palavra do Senhor permanece para sempre e esta palavra é a que vos foi anunciada pelo Evangelho (1Pd 1,25).

Segundo, ele ficou conosco em sua Igreja, que é o seu Corpo Místico: porque a Igreja em Cristo que é como o sacramento, ou o sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano (Lumen Gentium, nº 1).

Terceiro, pela presença e atuação do Espírito Santo: Deus manda aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Abbá, papai (Gl 4,6)! Quarto, pelos Sacramentos: e ninguém ignora serem os Sacramentos ações de Cristo, que os administra por meio dos ministros. Para isso são santos por si mesmos e, quando tocam nos corpos, infundem, por virtude de Cristo, a graça nas almas (Mysterium fidei, 39).

Quinto, sobretudo, Jesus instituiu o Sacramento da Eucaristia, que é seu Corpo, seu Sangue e seu Sacrifício, presentes entre nós. Encontramos no Novo Testamento em grego a palavra eucaristesas, que é traduzido por dar graças, abençoar, nos textos do milagre da multiplicação (Mt 15,36) e da ceia pascal (Mt 26,26).

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E quem lê com atenção percebe que Jesus não foi simbólico, mas literal: o pão que eu hei de dar é a minha carne para a salvação do mundo (Jo 6,51b). E mais: quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele (Jo 6,56).

A leitura do Gênesis mostra diversos elementos constantes em muitas culturas, prova de uma crença comum: os primeiros seres humanos (Adão e Eva) pecaram contra Deus por arrogância e inveja, um pecado impagável, mesmo com sacrifício do próprio filho, como Abraão e Isaac. Somente o sacrifício do próprio filho de Deus: antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chagara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim (Jo, 13,1).

Jesus instituiu a Eucaristia quando disse: tomai e comei, isto é o meu corpo. Bebei dele todos, pois este é o meu sangue da nova aliança, que é derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados (Mt 26,26-29). E ainda: Fazei isto em memória de mim (Lc 22,19). De fato, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha (1Cor 11,26).

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O mistério da Eucaristia é uma celebração, um memorial que lembra e revive grandes acontecimentos: a Encarnação: o Verbo se fez carne e habitou entre nós (Jo 1,14). Por isso dizia Santo Agostinho: o Verbo de Deus, como que de novo se encarna. Segundo, a morte de Jesus, na qual fomos salvos. E terceiro, a Ressurreição, que é o começo do novo reino de Deus. Por isso, a missa é memorial também da Ressurreição do Senhor.

Mario Eugenio Saturno (cientecfan.blogspot.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.

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ARTIGO

Exército para que?

É verdade que quando os generais permitiram que os técnicos responsáveis pela guerra eletrônica falassem, observaram que o desligamento dos sensores biométricos poderia indicar ao software malicioso que a urna pode estar em teste e desligaria a alteração dos resultados, algo que os “experts” do TSE e das universidades não pensaram.

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Estudei na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), na primeira metade dos anos 1980. A Biblioteca da universidade era fantástica, com toda a sorte de livros e revistas. Uma das revistas tinha um colunista que escrevia sobre Cibernética, nada a ver com braços mecânicos e assemelhados, mas sobre Teoria dos Jogos, Estatística e Teorias de Guerras, algo que nossos militares deveriam estudar e muito para não demonstrar o amadorismo que testemunhamos com muito pesar, como ultimamente na novela das Urnas Eletrônicas.

Primeira vergonha, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira demonstrou que seus subordinados não têm capacidade de coletar informações disponíveis em meios públicos ao solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acesso os códigos-fontes das urnas eletrônicas que estão disponíveis ao público desde outubro de 2021. Para piorar, classificou o ofício urgentíssimo. Realmente, uma desonra humilhante.

Segunda vergonha, o ministro da Defesa sugeriu ao TSE a realização de votação paralela em cédulas de papel no dia das eleições, como forma de testar a integridade das urnas. O eleitor que vota na urna sorteada seria convidado a preencher em papel seu voto e depositar em uma urna, mas o ingênuo general do Exército, que desconhece estatística, não entende que seu teste falharia se um eleitor não aceitasse participar ou outro que mentisse, votando diferente no teste.

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É verdade que quando os generais permitiram que os técnicos responsáveis pela guerra eletrônica falassem, observaram que o desligamento dos sensores biométricos poderia indicar ao software malicioso que a urna pode estar em teste e desligaria a alteração dos resultados, algo que os “experts” do TSE e das universidades não pensaram. Curiosamente, quando eu e um colega do INPE da área de controle de órbita de satélites começamos a fazer um relatório para o TSE, pensamos nisso também.

Não que eu seja indiferente, mas não fiquei muito surpreso com essa demonstração de desconhecimento dos generais, afinal, eleição não é função constitucional de Força Armada e vemos que falharam na defesa da Pátria quando o coronavírus invadiu o Brasil e matou certamente mais de 700 mil brasileiros, incluindo o chefe da inteligência do Exército, ou seja, nossas Forças não estão preparadas para uma guerra bacteriológica.

E, agora, com o Putin ameaçando a Europa e os Estados Unidos com bombas atômicas, continuamos a ver nossas Forças nada fazendo, como se não existisse uma pequena probabilidade de uma guerra nuclear acontecer. Ou seja, estamos sem um plano de contingência para a catástrofe. Os deputados e senadores têm a obrigação de cobrar desses generais planos para enfrentar uma hecatombe nuclear. Sim, é verdade que isso é assunto militar e que os estrategos da nação deveriam estar preparados.

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Outro assunto que é dos militares é o controle de armas nas mãos dos civis. Dias atrás, o comandante do Exército disse não saber o tamanho do arsenal de caçadores, atiradores esportivos e colecionadores (CAC). Como? Quem colocará a Ordem para termos o Progresso neste país?

Mario Eugenio Saturno (cientecfan.blogspot.com) é Tecnologista Sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e congregado mariano.

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