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Operação Sem Desconto

Operação Sem Desconto: PF prende ex-presidente do INSS em esquema bilionário de fraudes

Segundo as investigações, o esquema desviou aproximadamente R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, envolvendo fraudes em descontos realizados em benefícios previdenciários sem a devida autorização dos beneficiários.
Operação Sem Desconto: PF prende ex-presidente do INSS em esquema bilionário de fraudes. Foto: Divulgação/PF

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A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira, 13 de novembro de 2025, uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A operação resultou na prisão do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e na realização de mandados de busca e apreensão em diversos estados, incluindo Goiás.

Ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto em depoimento à CPMI do INSS no Senado — Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Segundo as investigações, o esquema desviou aproximadamente R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, envolvendo fraudes em descontos realizados em benefícios previdenciários sem a devida autorização dos beneficiários. Stefanutto, que foi exonerado em abril após a primeira fase da operação, é acusado de autorizar descontos indevidos nas folhas de pagamento de milhares de aposentados e pensionistas, especialmente relacionados a entidades sindicais e associativas.

A operação envolveu a apreensão de armas na residência de um dos suspeitos em Goiás, além de carros de luxo e dinheiro em espécie em outros estados. A defesa de Stefanutto alegou que a prisão foi “completamente ilegal” e destacou sua colaboração com as investigações desde o início. A ação também levou ao afastamento e à prisão de servidores públicos e a medidas de ressarcimento aos beneficiários prejudicados.

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Este escândalo revelou a fragilidade dos sistemas de controle do INSS e desencadeou uma série de ações do governo para reparação, incluindo o bloqueio de descontos fraudulentos e o ressarcimento dos valores indevidos. A operação evidenciou ainda a necessidade de maior fiscalização e transparência nos processos de concessão e manutenção de benefícios previdenciários no país.

Dinheiro apreendido na casa de um dos alvos, no Maranhão — Foto: Divulgação/PF

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