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Política

Presidente da Câmara de Cachoeira Alta é preso suspeito de corrupção, falsidade ideológica e associação criminosa

Além disso, o assessor jurídico da Câmara de Cachoeira Alta, Felipe Cardoso, declarou ao POPULAR que toda a documentação referente às diárias de viagens e à frequência em cursos foi entregue à PC e ao Ministério Público.
O presidente da Câmara de Cachoeira Alta, Josuel de Freitas (PP) (Reprodução / Instagram Josuel de Freitas)

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O presidente da Câmara de Cachoeira Alta, Josuel de Freitas (PP), foi preso preventivamente sob a suspeita de corrupção, falsidade ideológica e associação criminosa, conforme informado pela Polícia Civil (PC). A investigação revelou que ele, juntamente com quatro vereadores, um ex-diretor da Câmara e um suplente, movimentou mais de R$ 110 mil de forma irregular em um período de quatro meses, utilizando pagamentos de diárias para viagens e cursos que, na realidade, não ocorreram.

A prisão foi realizada nesta sexta-feira (8) e confirmada pela Justiça no sábado (9), após uma audiência de custódia. Em comunicado, o advogado de Josuel, Pedro Miranda, considerou a prisão desproporcional, afirmando que a defesa tem demonstrado que as acusações contra seu cliente são “improcedentes”.

De acordo com o advogado, nesta nova fase da investigação, apenas dois vereadores foram mencionados: o vice-presidente Shaylon Rodrigo Ribeiro (PP) e a primeira-secretária da Câmara, Luziene Vieira (UB), com um pedido para o afastamento de seus cargos. A defesa informou que foi concedido um prazo para que seja comprovada a desnecessidade desse afastamento.

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Além disso, o assessor jurídico da Câmara de Cachoeira Alta, Felipe Cardoso, declarou ao POPULAR que toda a documentação referente às diárias de viagens e à frequência em cursos foi entregue à PC e ao Ministério Público. A Polícia Civil relatou, em nota, que a prisão resulta de uma investigação iniciada em janeiro deste ano, que agora avança para a sua segunda fase. Esta operação investiga a suposta prática de crimes como peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, falsidade ideológica e associação criminosa, que teriam sido cometidos durante o exercício da função legislativa.

Mais informações devem ser divulgadas em uma coletiva de imprensa agendada para a manhã da próxima segunda-feira (11), na sede da 8ª Delegacia Regional de Polícia, em Rio Verde.

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