A situação em Rialma, no Vale do São Patrício, é crítica, com a empresa EcoVale Ambiental Rianápolis Ltda cobrando R$ 237 mil do Consórcio Goiano de Infraestrutura Municipal (COGIM) e da Prefeitura de Rialma por serviços de coleta e destinação de lixo não pagos. Isso resultou em coleta irregular, acúmulo de resíduos nas ruas e descarte impróprio, afetando a saúde pública e o bem-estar dos moradores.
Há denúncias de que a Prefeitura de Rialma estaria descartando lixo clandestinamente em Pirenópolis (GO), sem contrato ou autorização ambiental, o que viola normas legais e ambientais.
A EcoVale alega quebra contratual devido ao não pagamento dos serviços prestados, conforme acordado no Contrato n° 001/2024. A situação coloca Rialma em evidência negativa, com riscos à saúde pública e ao meio ambiente devido ao descarte irregular de resíduos.
A prática de descarte clandestino pode gerar multas e responsabilização judicial para o município e os gestores envolvidos. O acúmulo de lixo nas ruas e o descarte impróprio podem causar doenças e outros problemas de saúde para os moradores.
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