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Serviço Aéreo de Goiás está a caminho do Amazonas para fazer traslado de goianos vítimas de queda de avião

Determinação partiu do governador Ronaldo Caiado. Estado conseguiu autorização especial da Anac para traslado. Equipe do Saeg estará de prontidão na capital amazonense.

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Governador Ronaldo Caiado destaca avião do estado para fazer traslado de corpos de vítimas de desastre aéreo no Amazonas. Foto: Secom

O governador Ronaldo Caiado determinou, neste domingo (17), que o Serviço Aéreo do Estado de Goiás (Saeg) faça o traslado dos cinco goianos vítimas do acidente aéreo, em Barcelos, no interior do Amazonas. O estado conseguiu autorização especial da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para que a aeronave faça o resgate. A aeronave já está em trânsito e tem previsão de chegada na capital amazonense às 17h, no horário local (18h pelo horário de Brasília).

Caiado também entrou em contato com o governador do Amazonas, Wilson Lima, que intensificou o apoio técnico para o transporte dos corpos até Manaus. Como o local do acidente não possui estrutura para receber os corpos e preparar para o traslado, o governador amazonense assegurou a Caiado o envio de equipe de médicos legistas para acelerar o processo.

Conforme o superintendente do Saeg, tenente-coronel Regys, da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), a aeronave destacada para a missão decolou para a capital amazonense assim que a autorização foi emitida. Por conta da necessidade de espaço, os bancos foram retirados e dois militares foram empenhados, sendo o piloto e co-piloto. A chegada dos corpos em Manaus está prevista para o fim da tarde deste domingo, quando a equipe goiana já estará de prontidão no local.

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A previsão para o início do traslado de Manaus para Goiânia depende do andamento dos procedimentos técnicos no Amazonas. Já a retirada das vítimas do Instituto Médico Legal (IML) requer a presença e autorização de um familiar. A queda aconteceu no sábado (16), quando um grupo de turistas iria fazer pesca esportiva na região. Todos os 14 passageiros morreram no local.

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Mais de 670 armas de fogo são apreendidas por órgãos federais no estado de Goiás em 16 meses

Considerando somente 2023, foram 581 apreensões no estado goiano, aumento de 89,25% em relação a 2022. Em todo o país, 13.340 armas foram apreendidas por PF, PRF e Senasp entre janeiro de 2023 e abril de 2024.

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Mais de 670 armas de fogo são apreendidas por órgãos federais no estado de Goiás em 16 meses. Foto: PF

Goiás é uma das Unidades da Federação em que os órgãos federais de segurança pública apreenderam mais armas de fogo ilegais desde o início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De janeiro do ano passado a abril de 2024, 90 itens foram retirados de circulação no estado goiano pela Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). Considerando somente 2023, foram 581 apreensões em Goiás, um aumento de 89,25% em relação a 2022, quando 307 armas foram retiradas de circulação pelas forças federais. Os dados estão disponíveis no ComunicaBR, plataforma de transparência ativa do Governo Federal.

Em todo o país, 13.340 armas de fogo foram apreendidas por PF, PRF e SENASP entre janeiro de 2023 e abril de 2024. Somente no ano passado, foram 10.935 apreensões, um incremento de 28% em relação a 2022 (8.466). E, nos quatro primeiros meses deste ano, mais 2.405.

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O diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp (DIOP/SENASP), Rodney Silva, explica que os números registrados em 2023 e 2024 decorrem do aumento da fiscalização e das ações operacionais da PF, da PRF e das polícias militares e civis dos estados.

“O foco tem sido a prevenção das ocorrências de crimes mais graves, como mortes violentas intencionais, crimes passionais e o crime organizado, que se aproveita desse comércio ilegal de armas e, consequentemente, fortalece o tráfico de drogas, o tráfico de armas propriamente dito, tomadas de cidade e outros crimes violentos”, afirma Silva.

Ações como o Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (ENFOC), que conta com aporte federal de R$ 900 milhões até 2026, e expansão dos Grupos de Investigações Sensíveis (GISE) e das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO), ligados à Polícia Federal, impactaram diretamente os números de apreensões de armas de fogo no Brasil.

Os GISE foram expandidos em 2023 e passaram a operar em 21 estados. As FICCO estão em todo o país. O Ministério da Justiça e Segurança Pública destinou R$ 85 milhões para o funcionamento das unidades, especialmente para pagamento de diárias, aquisição de viaturas, materiais de apoio e equipamentos tecnológicos e de inteligência.

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“O desafio da segurança pública no combate ao uso ilegal de arma de fogo perpassa pelo fortalecimento da atividade de inteligência de segurança pública, a integração das forças de segurança e também a participação da sociedade na construção coletiva de soluções alternativas em busca do entendimento sobre a resolução de conflitos”, finaliza Silva.

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